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Gol pretende aumentar oferta para 500 voos até fim de outubro

Allan Ravagnani
·3 minutos de leitura

A quantidade representa 60% da operação da companhia, na comparação com o nível de 2019 Divulgação A Gol Linhas Aéreas Inteligentes informou que no início de outubro aumentou sua oferta para 400 voos por dia, pretendendo chegar a 500 voos até o fim do mês, colocando a operação da companhia em 60% do que era em 2019. Na atualização mensal divulgada nesta sexta-feira, a companhia diz que pretende operar 93 de seus 129 aviões no mês, planejando abrir mais três bases operacionais. Em setembro, a aérea operou 71 aeronaves e manteve 58 em solo. No mês de setembro, desde a última atualização mensal, que ocorreu no dia 10, a Gol operou uma média de 270 voos por dia, chegando a 360 voos em dias de pico. No mês passado a demanda aumentou 36% e a oferta 35% ante o mês anterior. “Novamente, em setembro, a Gol observou um crescimento saudável da demanda por viagens entre os brasileiros”, afirmou o presidente Paulo Kakinoff, que disse acreditar que a tendência deva continuar nos próximos meses. As vendas brutas consolidadas da companhia excederam R$ 800 milhões e a taxa de ocupação foi de 80%. Em setembro a companhia encerrou o mês com aproximadamente R$ 2,2 bilhões em caixa, uma melhora de 8% ante agosto. O prazo médio de vencimento da dívida de longo prazo da companhia, excluindo arrendamento de aeronaves e notas perpétuas, é de quase quatro anos. No mês passado a companhia gerou liquidez adicional com monetizações de algumas posições em sua carteira de hedge de combustível, que foram preservadas durante a pandemia, resultando na liberação de cerca de R$ 300 milhões. Prejuízo A Gol estima registrar, no terceiro trimestre, um prejuízo líquido de aproximadamente R$ 3,20 por ação e US$ 1,15 por ADR. A empresa projetou uma margem Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) entre 21% e 23% no mesmo período, representando uma retração de quase 10 pontos percentuais ante um ano atrás, quando a margem Ebitda foi de 31%. A receita unitária por passageiro (Prask) para o terceiro trimestre tende a ser menor em aproximadamente 16% comparada ao mesmo período do ano passado, diz a companhia, que espera ter uma receita unitária (Rask) 13% abaixo também, principalmente devido ao aumento da participação de receitas de carga. A projeção de custos unitários excluindo combustíveis (Cask ex-comb), do terceiro trimestre, excluindo despesas não operacionais e não recorrentes, deverão aumentar em 9% na comparação com o resultado do terceiro trimestre de 2019, principalmente devido a redução de 70% na oferta de assentos e a desvalorização de 35% do real ante o dólar americano no período. Os custos unitários com combustíveis (Cask comb) deverão apresentar uma redução da ordem de 14% na comparação trimestral, impactados positivamente pela redução do preço médio do querosene de aviação em 16%. Por fim, a alavancagem financeira da companhia, medida pelo indicador dívida líquida / Ebitda, foi de aproximadamente 5 vezes no terceiro trimestre. A empresa diz ter amortizado aproximadamente R$ 1 bilhão em dívidas no período, e a liquidez total foi de R$ 2,2 bilhões, composto por R$ 1,5 bilhão em caixa e aplicações de R$ 700 milhões em recebíveis. “As fontes de liquidez da Gol totalizam aproximadamente R$ 6 bilhões”, diz o comunicado.