Mercado abrirá em 8 h 59 min

Gol investe em inteligência artificial para combater a crise do coronavírus

Marcus Couto
·1 minuto de leitura
Gol conseguiu melhores resultados, graças ao uso de inteligência artificial. (Foto: Ricardo Funari/Brazil Photos/LightRocket via Getty Images)
Gol conseguiu melhores resultados, graças ao uso de inteligência artificial. (Foto: Ricardo Funari/Brazil Photos/LightRocket via Getty Images)

A crise da pandemia do novo coronavírus castigou diversos setores da economia mundial – mas entre os mais afetados, está o de viagens aéreas. Para se ter uma ideia, no Brasil, no mês de abril, as empresas viram a demanda por voos nacionais cair 90%. Até agora, o impacto é fortíssimo: 60% a menos que no ano passado, para esse mesmo período.

Baixe o app do Yahoo Mail em menos de 1 min e receba todos os seus emails em 1 só lugar

Siga o Yahoo Finanças no Google News

Nesse contexto, as empresas têm buscado soluções. No oriente médio, por exemplo, a Emirates chegou a oferecer cobertura de seguro saúde e até funeral para seus passageiros, em caso de morte relacionada ao novo coronavírus.

Leia também:

A Gol, por outro lado, apostou em uma abordagem menos mórbida, e mais tecnológica: o uso de inteligência artificial para otimizar a ocupação de suas aeronaves, e diminuir o impacto das perdas. As informações são de reportagem do jornal Estado de S.Paulo.

Com tecnologia gerada a partir de estudos e trabalhos da Gol Labs, um laboratório de inovação e pesquisa que atua paralelamente à Gol, os sistemas da companhia aérea foram capazes de manter, mesmo no ápice da crise, 80% do uso das aeronaves.

Tudo graças a sistemas automatizados capazes de orientar a demanda de forma otimizada. Para comparar, em agosto, a taxa média de ocupação de aviões, no mundo, estava em 64,2%.

Mas isso está longe de significar que a vida estava fácil para a Gol naqueles meses. No mesmo mês de abril, com o impacto da crise, a empresa “queimou” R$ 6 milhões por dia em gastos operacionais.

Assine agora a newsletter Yahoo em 3 Minutos

Siga o Yahoo Finanças no Instagram, Facebook, Twitter e YouTube