Mercado fechará em 4 h 56 min
  • BOVESPA

    109.382,40
    +538,66 (+0,49%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.616,18
    +58,53 (+0,12%)
     
  • PETROLEO CRU

    69,75
    -0,54 (-0,77%)
     
  • OURO

    1.778,80
    +15,00 (+0,85%)
     
  • BTC-USD

    42.457,26
    -1.333,09 (-3,04%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.061,84
    -2,00 (-0,19%)
     
  • S&P500

    4.350,58
    -7,15 (-0,16%)
     
  • DOW JONES

    33.936,21
    -34,26 (-0,10%)
     
  • FTSE

    6.974,03
    +70,12 (+1,02%)
     
  • HANG SENG

    24.221,54
    +122,40 (+0,51%)
     
  • NIKKEI

    29.839,71
    -660,34 (-2,17%)
     
  • NASDAQ

    14.983,50
    -26,00 (-0,17%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2334
    -0,0113 (-0,18%)
     

Gol é condenada a arcar com maquiagem de funcionárias

·1 minuto de leitura
Funcionárias receberão indenização de R$ 220 ao mês. Foto: Getty Images.
Funcionárias receberão indenização de R$ 220 ao mês. Foto: Getty Images.
  • Em seu código de conduta, a empresa exige das comissárias procedimentos como depilação e manicure

  • Funcionárias receberão indenização de R$ 220 ao mês

  • Companhia teria provocado discriminação de gênero

A Justiça do Trabalho condenou a companhia aérea Gol a arcar com os gastos de suas funcionárias com artigos de beleza como maquiagem, manicure e depilação. As comissárias de bordo vão receber uma indenização de R$ 220 por mês.

A sentença exige que a empresa custeie os investimentos de suas empregadas com procedimentos estéticos exigidos em seu código de conduta, que até então ficavam a cargo das próprias funcionárias. A Gol também terá de arcar com custos de vestimenta.

Leia também:

Por causar “discriminação de gênero e minoração salarial feminina", a companhia também foi condenada a pagar uma indenização de R$ 500 mil por danos morais coletivos. Além disso, cada funcionária terá direito a R$ 220 ao mês para pagar seus gastos (menos parcelas que sejam anteriores a 21 de setembro de 2015 e a contratos de trabalho rescindidos até dia 21 de setembro de 2018).

A ação coletiva foi movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). O Sindicato Nacional dos Aeronautas teve papel de assistência aos profissionais da categoria durante o processo, cuja sentença é na primeira instância. Os embargos de declaração por parte da Gol foram indeferidos e considerados improcedentes. No caso de impossibilidade de pagamento das indenizações, a Justiça do Trabalho determinou que a companhia retirasse as exigências previstas em seu código de conduta.

As informações são do Exame.com.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos