Mercado fechado
  • BOVESPA

    109.114,16
    -2.601,84 (-2,33%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    44.808,56
    -587,38 (-1,29%)
     
  • PETROLEO CRU

    76,93
    +0,22 (+0,29%)
     
  • OURO

    1.636,20
    +2,80 (+0,17%)
     
  • BTC-USD

    19.336,48
    +517,74 (+2,75%)
     
  • CMC Crypto 200

    444,37
    +11,27 (+2,60%)
     
  • S&P500

    3.655,04
    -38,19 (-1,03%)
     
  • DOW JONES

    29.260,81
    -329,60 (-1,11%)
     
  • FTSE

    7.020,95
    +2,35 (+0,03%)
     
  • HANG SENG

    17.855,14
    -78,13 (-0,44%)
     
  • NIKKEI

    26.593,71
    +162,16 (+0,61%)
     
  • NASDAQ

    11.379,00
    +62,75 (+0,55%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,1666
    -0,0128 (-0,25%)
     

GitHub finaliza projeto de preservação histórica em cofre no Ártico

O GitHub conclui nesta semana sua participação em um dos maiores projetos de preservação histórica de tecnologia em andamento no mundo. O Cofre de Códigos no Ártico (Arctic Code Vault, no original em inglês), parte do Programa Arquivo, recebeu 140 trabalhos e manuais sobre softwares e computação modernas, além de cópias da Wikipedia e do Stack Overflow, que deverão ser armazenadas no topo do mundo por, pelo menos, 1.000 anos.

A adição feita agora, a última antes do fechamento do cofre, atualiza o conteúdo com tudo o que aconteceu desde o início de 2020. Com isso, passam a fazer parte do arquivo relatos sobre as mudanças climáticas e as mudanças comportamentais, científicas e tecnológicas trazidas pela pandemia da covid-19; tudo está registrado em 188 rolos de filme endurecido, individualmente selados contra a devastação do tempo.

Segundo o GitHub, o Cofre de Códigos do Ártico reúne os trabalhos de quase quatro milhões de pessoas, apenas entre os desenvolvedores. O objetivo é preservar o software open source, considerado pela plataforma como “um pilar oculto da civilização moderna e herança compartilhada de toda a humanidade para as gerações futuras”. O arquivo também ganhou arte criada em inteligência artificial pelo artista Alex Maki-Jokela.

<em>Cofre de Códigos no Ártico deve ficar preservado por pelo menos 1.000 anos, conservando códigos, manuais e a história da evolução da tecnologia moderna (Imagem: Divulgação/GitHub)</em>
Cofre de Códigos no Ártico deve ficar preservado por pelo menos 1.000 anos, conservando códigos, manuais e a história da evolução da tecnologia moderna (Imagem: Divulgação/GitHub)

Parceiros institucionais do repositório ganharam destaque, em compilados que a plataforma chamou de “Maiores Sucessos”. Os estojos também receberam arte especial e tratamento com qualidade de museu, sendo colocados ao lado do restante dos arquivos em um enorme cofre de aço, com estrutura de cerca de 1.400 kg, no interior de uma mina de carvão desativada em uma montanha do Ártico.

Lá também estão os textos e materiais introdutórios e técnicos da Árvore da Tecnologia, ou Tech Tree em inglês, traduzidos para cinco idiomas e legíveis por pessoas sem conhecimento profundo sobre programação. A ideia, novamente, é preservar o legado e o contexto do software de código aberto, da evolução da programação e da computação, bem como conceitos como a Lei de Morre e outros elementos básicos da cultura digital da atualidade.

O ideal de preservação também vem da ideia de que muito do conhecimento do mundo atual está armazenado em mídia efêmera, como discos rígidos e mídias ópticas que podem acabar desgastadas com o uso ou danificadas com a ação do tempo. Além disso, a ideia é manter viva a história e o trabalho de pessoas comuns, que contribuíram para mudar o mundo como o conhecemos.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: