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Giro da Saúde: remédio da Pfizer contra COVID; cola para o cérebro; mais vacinas

Luciana Zaramela
·13 minuto de leitura

Mais uma semana repleta de novidades na área da saúde, e com notícias animadoras: entre os destaques, tem novas abordagens de vacina contra o câncer, testes rápidos em desenvolvimento, inovações em ciência e uma boa previsão para a chegada do remédio da Pfizer contra COVID-19.

No entanto, nem só boas notícias traz o Giro deste domingo: a Índia está enfrentando um verdadeiro caos sanitário devido ao coronavírus e a turma do instituto Gamaleya, da Rússia, quer processar a Anvisa pela reprovação de sua vacina — mesmo que a agência tenha dito que "as portas estão abertas".

Cientistas querem usar DNA do paciente em vacina contra tumores

DNA tumoral contra câncer é a nova aposta da ciência para desenvolver uma vacina (Imagem: National Cancer Institute/Unsplash)
DNA tumoral contra câncer é a nova aposta da ciência para desenvolver uma vacina (Imagem: National Cancer Institute/Unsplash)

Um grupo de pesquisadores norte-americanos está querendo criar uma vacina contra câncer baseada no DNA das células tumorais do próprio paciente. Em um estudo envolvendo camundongos com câncer de mama e um jovem humano com câncer de pâncreas em estado avançado, a equipe procurou tratar os dois tipos diferentes de tumores malignos com uma vacina personalizada de DNA, cuja fórmula continha material genético coletado do organismo, com o objetivo de programar o sistema imunológico para atacar o tumor.

A vacina de DNA tem como alvo os neoantígenos, ou seja, fragmentos de proteínas anormais que são criados conforme as células cancerosas sofrem mutação e crescem. Cada tumor gera mutações exclusivas e, por isso, cada vacina deve ser personalizada para cada tipo de câncer e suas particularidades.

Como resultado do estudo, os cientistas observaram que a vacina, se combinada com outras imunoterapias, pode gerar uma resposta imune robusta o suficiente para reduzir os tumores nos camundongos. No entanto, tal vacina não foi capaz de combater o câncer de pâncreas no voluntário humano — mas conseguiu gerar uma resposta imune mensurável no organismo, que teve o tumor como alvo.

Para que a pesquisa dê bons resultados, os neoantígenos devem ser apresentados às células em um formato preciso que maximize as chances de desencadear uma cascata complexa, passo a passo, de respostas imunes naturais. Qualquer passo em falso pode resultar em uma resposta imunológica enfraquecida ou mesmo falha. Por isso, a pesquisa pavimenta o caminho para que novos estudos nessa área sejam conduzidos.

Quer entender melhor o funcionamento da vacina? Clique aqui

Oxford desenvolve teste de COVID rápido e portátil

Como nos testes portáteis de glicose, basta uma picadinha na ponta do dedo (Imagem: Paul Hunt/Pixabay)
Como nos testes portáteis de glicose, basta uma picadinha na ponta do dedo (Imagem: Paul Hunt/Pixabay)

Pesquisadores da Universidade de Oxford estão desenvolvendo um novo teste baseado em anticorpos que, além de portátil, também é econômico. Ainda em fase laboratorial, a ideia é usar o teste para identificar indivíduos que já estão protegidos contra COVID-19 e identificar quem não tem anticorpos suficientes e ainda necessita de mais uma dose da vacina.

Funciona assim: com uma picadinha no dedo, a exemplo dos testes de insulina para diabetes, o modelo avalia se há anticorpos contra o coronavírus presentes no sangue da pessoa. Em caso positivo, aparece um aglomerado de células vermelhas na superfície que recebeu a gotinha de sangue, indicando que há ligação da proteína viral com a superfície dos glóbulos vermelhos, ou seja, a pessoa tem anticorpos contra a doença.

Por enquanto, os pesquisadores de Oxford só usaram o teste em pacientes com COVID-19, já que ele ainda está em etapa de ensaios clínicos. A ideia é que, futuramente, seja possível identificar aqueles que geraram anticorpos suficientes, e com sucesso, após terem sido vacinados. Com isso, a equipe pretende avaliar se os anticorpos podem prevenir contra uma reinfecção, gerando imunidade que dure pelo menos um ano.

Para saber mais sobre os testes, acesse a notícia

Índia enfrenta situações de caos e terror na pandemia

A situação da Índia em meio ao desamparo e ao caos emite alerta ao mundo todo (Imagem: Still Pixels/Pexels)
A situação da Índia em meio ao desamparo e ao caos emite alerta ao mundo todo (Imagem: Still Pixels/Pexels)

Enquanto vários países estão vacinando suas populações e conseguindo barrar as taxas de contágio locais pelo coronavírus, a Índia está em situação de calamidade, emergência e terror. O país enfrenta uma segunda onda da COVID-19 bastante devastadora, com hospitais e crematórios sobrecarregados e uma escassez generalizada de oxigênio, medicamentos e insumos.

Por lá, o número de casos e mortes continua a aumentar rapidamente, inclusive com a população morrendo nas ruas em frente aos hospitais. No total, a Índia confirmou mais de 19 milhões de infecções e quase 212.000 mortes. Para piorar, a escassez de leitos nas unidades de terapia intensiva (UTIs) está levando a população a se locomover por quilômetros em busca de centros de atendimento com leitos disponíveis. Em Delhi, os hospitais estão lotados. Inclusive, o governo chegou a anunciar que infraestrutura médica militar seria disponibilizada aos civis.

Falta espaço, inclusive, para cremar os mortos, ritual que diz respeito à tradição hinduísta. Enquanto os crematórios na capital foram forçados a construir piras funerárias improvisadas, o governo do estado de Karnataka instruiu a população a cremar seus mortos em casa, para evitar aglomerações nos crematórios e cemitérios.

Atualmente, a Índia tem a maior demanda por oxigênio de todos os outros países de renda baixa, média-baixa e média-alta. Para tentar levar os suprimentos para onde são necessários, o governo iniciou agora uma espécie de expresso de oxigênio, com trens que transportam para onde houver demanda, recebendo ajuda de outros países para tentar conter a crise sanitária da COVID-19. Até o momento, apenas 9% da população indiana foi vacinada, desde o início da campanha, em janeiro. O país já acumula 19.164.969 casos de COVID-19 e 211.853 mortes desde o início da pandemia, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e na frente do Brasil, segundo dados extraídos da Universidade Johns Hopkins neste sábado (1).

Entenda a situação da Índia perante a crise da COVID-19

Cientistas criam sistema que neutraliza o coronavírus em menos de 1 segundo

Em laboratório: este é o sistema que neutraliza o SARS-CoV-2 (Imagem: Matthew Linguist/Texas A&M Engineering)
Em laboratório: este é o sistema que neutraliza o SARS-CoV-2 (Imagem: Matthew Linguist/Texas A&M Engineering)

Usar altas temperaturas para combater o coronavírus é algo já estudado e conhecido pela ciência, mas, recentemente, uma equipe de pesquisa conseguiu aliar calor a um tempo extremamente curto para neutralizar o agente causador da COVID-19. Trata-se de um novo experimento que funciona com o aquecimento de uma seção de um tubo de aço inoxidável a uma temperatura alta, resfriando em seguida.

No estudo, foi inserida uma solução com o coronavírus dentro do tubo de ensaio. Durante o processo, o coronavírus foi completamente neutralizado no tempo exato da solução percorrer o tubo, o que foi até mais rápido que o esperado. Arum Han, professor do departamento de engenharia elétrica e computacional da Universidade do Texas A&M, explica que a solução foi aquecida a aproximadamente 72 °C em menos de um segundo, o que pode reduzir a quantidade de vírus em 100 mil vezes, suficiente para a sua neutralização e para impedir que ele seja transmitido.

Agora, o próximo passo é construir um chip de escala microfluidica para neutralizar vírus com o aquecimento em um tempo ainda menor, levando apenas algumas dezenas de milissegundos. Se tudo correr bem, o esquema pode ser usado para neutralizar tanto o coronavírus quanto outros tipos de vírus que se espalham pelo ar, como o da gripe comum.

Conheça melhor o projeto

Sputnik V: russos querem processar Anvisa por difamação

Sputnik V está no cerne da discussão entre Rússia e Brasil sobre aprovação de vacina (Divulgação/Gamaleya Institute)
Sputnik V está no cerne da discussão entre Rússia e Brasil sobre aprovação de vacina (Divulgação/Gamaleya Institute)

O caso da vacina Sputnik V, da Rússia, com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) já está virando uma novela. Para resumir: na segunda-feira (26), a agência negou, por unanimidade, um pedido de importação de 66 milhões de doses do imunizante. Na decisão, foi justificada a falta de documentos necessários para verificar a segurança da vacina contra o coronavírus. Além disso, foi questionada a possibilidade de replicação do vírus adotado na fórmula.

Agora, os representantes da vacina querem processar a Anvisa por difamação.

Na quinta (29), os responsáveis pela Sputnik V comunicaram a intenção de judicializar a negativa da Anvisa. Anteriormente, a agência tinha informado que "as portas não estão fechadas" para a fórmula, mas era necessário que todas as informações técnicas fossem apresentadas na documentação. "Anvisa fez declarações incorretas e enganosas sem ter testado a vacina Sputnik V real. E desconsiderando ofício de Gamaleya Inst. que nenhum RCA está presente, e apenas vetores não replicantes são usados ​​com E1 deletado. Nossa equipe jurídica entrará em contato", afirmaram os russos em post no Twitter.

"Em tese, os desenvolvedores da Sputnik V no Brasil podem acionar o Poder Judiciário para buscar obter reparações relacionadas a prejuízos decorrentes de danos ocasionados à imagem e perdas financeiras advindas das alegações formuladas pela Anvisa ao recusar o registro da vacina pela alegação de que continha vírus ativo em suas fórmulas", afirma o advogado especialista em Direito Público Guilherme Amorim. Para este fim, o grupo precisará comprovar que as alegações "são falsas e foram formuladas com o intuito de atingir a boa reputação dos desenvolvedores da vacina russa, trazendo prejuízo aos seus investimentos aqui realizados", completa o especialista.

A semana promete mais capítulos dessa novela, mas enquanto isso não acontece, informe-se lendo a notícia completa no CT

Fiocruz entrega 6,5 milhões de doses de vacina

Carga de vacinas entregues: doses já poderão imunizar brasileiros em maio (Raquel Portugal/ Fiocruz Imagens)
Carga de vacinas entregues: doses já poderão imunizar brasileiros em maio (Raquel Portugal/ Fiocruz Imagens)

A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) anunciou a entrega de 6,5 milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford contra a COVID-19 no Brasil, nesta sexta-feira (30). Com a nova remessa, a maior até então, já são 26,5 milhões de doses do imunizante disponibilizadas ao Programa Nacional de Imunizações pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos).

Do lote total, 19,7 milhões são referentes a abril, o que superou a previsão inicial de 18,8 milhões de doses programadas para o mês. "A superação do quantitativo é resultado do escalonamento interno da produção pelo Instituto. Além das doses processadas internamente, o total inclui as 4 milhões importadas prontas do Instituto Serum, da Índia", diz a fundação.

Aliás, segundo a fundação, a entrega da sexta passada contempla 6,5 milhões de doses que serão distribuídas em duas remessas: "A primeira, já liberada, inclui 590 mil para o Estado do Rio de Janeiro, a segunda está prevista para o final do dia", diz a fundação, revelando que mais 21,5 milhões de doses devem chegar no mês de maio.

Leia, no Canaltech, a notícia sobre as vacinas da Fiocruz

Mais vacinas distribuídas pelo PNI

5,2 milhões de doses prontas para imunizar mais brasileiros (Imagem: _Tempus_/Envato)
5,2 milhões de doses prontas para imunizar mais brasileiros (Imagem: _Tempus_/Envato)

Na quinta (29), o Ministério da Saúde começou a distribuição de mais 5,2 milhões de doses de vacinas contra a COVID-19 entre os estados brasileiros e o Distrito Federal. Ao todo, são 5,1 milhões de doses da Covishield (AstraZeneca/Oxford), já envasadas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Além disso, há outras 104,8 mil doses da CoronaVac, envasadas pelo Instituto Butantan.

As doses serão destinadas para a vacinação de idosos entre 60 e 64 anos e profissionais da segurança que atuam na linha de frente contra a COVID-19. Há, ainda, um lote de vacinas adicionais, programado para atender os profissionais da saúde de Santa Catarina.

Em maio, aliás, a pasta ainda deve disponibilizar mais doses de imunizantes contra a COVID-19, a fim de cumprir com a nova programação que inclui a imunização de brasileiros com comorbidades, deficiência permanente, gestantes ou puérperas. A meta é que este grupo, formado por 28 milhões, tenha pelo menos uma dose garantida até o final de maio.

Leia mais no Canaltech

Google Maps começa a mostrar locais de vacinação no Brasil

No smartphone ou no computador, vai ficar mais fácil saber onde tem vacina na sua cidade (Imagem: Divulgação/Google)
No smartphone ou no computador, vai ficar mais fácil saber onde tem vacina na sua cidade (Imagem: Divulgação/Google)

O Google Maps (e o Google buscador) vão passar a exibir os locais da vacinação contra o coronavírus no Brasil. Iniciado na última sexta (30), o recurso está disponível em mais de 30 cidades do país, o que inclui todas as capitais e mais de 1.800 pontos de vacinação.

Para descobrir os postos de vacinação na sua cidade, basta acessar o Google ou abrir o Maps no celular ou no computador. Até o momento, essas são as cidades disponíveis:

  • Aracaju

  • Belém

  • Belo Horizonte

  • Boa Vista

  • Brasília

  • Campinas

  • Campo Grande

  • Cuiabá

  • Curitiba

  • Florianópolis

  • Fortaleza

  • Goiânia

  • Guarulhos

  • João Pessoa

  • Macapá

  • Maceió

  • Manaus

  • Natal

  • Palmas

  • Porto Alegre

  • Porto Velho

  • Recife

  • Rio Branco

  • Rio de Janeiro

  • Salvador

  • São Gonçalo

  • São Paulo

  • Teresina

  • Vitória

  • São Luís

A meta do Google é adicionar ainda mais localizações nas próximas semanas para que a maioria dos brasileiros saibam onde devem ir para se imunizar.

Veja mais detalhes sobre a iniciativa do Google

Danos cerebrais? Pode ser que essa "cola" resolva

A cola é à base de uma substância rica em proteínas e parecida com hidrogel, mas ainda está em fase de testes (Imagem: microgen/Envato)
A cola é à base de uma substância rica em proteínas e parecida com hidrogel, mas ainda está em fase de testes (Imagem: microgen/Envato)

Você já ouviu falar de "cola para o cérebro"? Pois é, nem a gente. Na semana passada, pesquisadores da Universidade da Geórgia (EUA) desenvolveram uma substância parecida com um hidrogel, com a proposta de reparar danos cerebrais. E a batizaram de "cola cerebral" justamente porque ela pode funcionar como um item de reparo físico para o tecido do órgão.

Feita de açúcares complexos dispostos para se parecer com os açúcares encontrados naturalmente no cérebro, a cola tem em sua composição moléculas proteicas que se ligam a outras proteínas, e que, juntas, ajudam a proteger e reparar as células cerebrais. A substância foi capaz de prevenir danos de longo prazo, bem como a perda de tecido nos cérebros de ratos feridos, acelerando, ainda, o processo de cura dos animais em laboratório.

A ideia é levar o material para as clínicas e hospitais, e por isso, são necessárias novas etapas de testes, inclusive em humanos. Tecnicamente, ao aplicar a cola no cérebro das pessoas logo após sofrerem uma lesão, é possível que ela aumente a capacidade de cura natural, evitando danos cerebrais que de outra forma seriam intratáveis ou irreversíveis.

Bacana, né? E próximo de se tornar realidade. Leia mais sobre o assunto!

Pílula da Pfizer contra COVID-19 pode ficar pronta ainda este ano

No forno: o remédio da Pfizer já pode ficar pronto ainda em 2021, segundo o CEO da empresa (Imagem: Anna Shvets/Pexels)
No forno: o remédio da Pfizer já pode ficar pronto ainda em 2021, segundo o CEO da empresa (Imagem: Anna Shvets/Pexels)

Boa notícia! Na semana passada, o CEO da Pfizer, Albert Bourla, afirmou que o remédio oral em que a empresa vem trabalhando para o tratamento da COVID-19 pode chegar ao público até o final deste ano.

"Se tudo correr bem e mantivermos a mesma velocidade [de desenvolvimento] em que estamos, e se os reguladores fizerem o mesmo, e eles estão, espero que [o remédio esteja disponível] até o final do ano", comentou o CEO, durante um programa da rede CNBC.

Com a pílula, a Pfizer pretende disponibilizar um remédio que possa ser tomado pelo paciente em casa, desde que confirmado o caso e mediante prescrição médica. O medicamento deve evitar a evolução da COVID-19 para casos graves.

"Nossa atenção particular está no [remédio] oral, porque ele oferece várias vantagens", afirmou Bourla. "Uma delas é que você não precisa ir ao hospital para receber o tratamento, o que é o caso de todos os [outros remédios] injetáveis [já aprovados] ​​até agora. Você poderia obtê-los em casa e isso poderia ser uma virada de jogo", defende.

Em paralelo, a Pfizer também trabalha na formulação de um antiviral injetável contra o coronavírus.

Clique aqui para ler a notícia na íntegra

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Fonte: Canaltech

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