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Giro da Saúde | Ômicron: sintomas e vacinas; alergia a exercícios existe?

·6 min de leitura

Com a descoberta da variante Ômicron do coronavírus, várias novidades sobre novos casos, comportamento de países na tentativa de conter a variante e tentativas da ciência para entender o potencial da nova cepa permearam o noticiário. No Giro da Saúde deste domingo, não vai ser diferente: afinal, quais sintomas a variante causa? E as vacinas, conseguem nos proteger contra ela?

Sintomas da variante Ômicron

Por ora, os sintomas narrados por médicos afriacanos são parecidos com os da gripe (Imagem: LightFieldStudios/envato)
Por ora, os sintomas narrados por médicos afriacanos são parecidos com os da gripe (Imagem: LightFieldStudios/envato)

Tudo ainda é muito novo: a variante Ômicron foi descoberta recentemente, aparentemente em 19 de novembro, e a OMS anunciou preocupação com a cepa na semana passada. Mas, médicos sul-africanos já estão coletando informações sobre a infecção causada por ela.

“Vimos um aumento acentuado de casos nos últimos 10 dias. Até agora, eles foram, na maioria, muito leves, com pacientes com sintomas semelhantes aos da gripe, como tosse seca, febre, suores noturnos, muitas dores no corpo", afirmou Unben Pillay, clínico geral na província de Gauteng, onde mais de 80% dos casos da nova variante foram relatados.

Conheça os principais sintomas relacionados à Ômicron:

  • Tosse seca, dependendo do caso;

  • Febre;

  • Suores noturnos;

  • Dores musculares;

  • Cansaço;

  • Garganta "arranhando";

  • Pulsação alta, dependendo do caso.

Reiterando: ainda é cedo para cravar que esses sintomas, em sua maioria leves, signifiquem que a pessoa está com covid derivada da nova variante, uma vez que podem ser confundidos com os de uma gripe. Eles vêm de análises observacionais feitas por médicos da África, que, inclusive, ainda pedem cautela.

Sabemos da importância em compreender rapidamente a gravidade da Ômicron — especialmente para indivíduos vacinados e em casos de reinfecções —, "mas é muito cedo para dados confiáveis", conforme relatou Richard Lessels, infectologista da Universidade de KwaZulu-Natal.

Variante Delta pode ter se "auto-extinguido" no Japão

Variante Delta: poderia ela ter se auto-destruído no Japão? Alguns cientistas afirmam que sim (Imagem: photocreo/Envato)
Variante Delta: poderia ela ter se auto-destruído no Japão? Alguns cientistas afirmam que sim (Imagem: photocreo/Envato)

Alguns pesquisadores japoneses vêm defendendo que a variante Delta do coronavírus passou por uma mutação negativa, que pode significar o declínio significativo da cepa ou até mesmo sua extinção por lá. O contexto é o seguinte: em julho, o Japão registrava os piores índices da covid-19, com mais de 26 mil casos diários — em sua maioria associados à variante Delta. Passados três meses, a média móvel atual de infecções tornou-se inferior a 200.

Para tentar explicar essa queda, um grupo de cientistas aposta, mesmo que ainda não exista consenso na ciência, que a variante Delta acumulou muitas mutações em uma proteína específica, a nsp14. Isso pode ter levado esta cepa à "autodestruição" no Japão. É o que explica o professor do Instituto Nacional de Genética japonês, Ituro Inoue.

"Considerando que os casos não têm aumentado, pensamos que em algum momento durante tais mutações ela [Delta] se encaminhou direto para a extinção natural”, defende o professor.

Novo remédio anti-HIV é aprovado pela Anvisa

Um só comprimido por dia: Dovato é aprovado no Brasil para facilitar o tratamento contra a Aids (Imagem: Danilo Alves/Unsplash)
Um só comprimido por dia: Dovato é aprovado no Brasil para facilitar o tratamento contra a Aids (Imagem: Danilo Alves/Unsplash)

Ótima notícia para começar este Dezembro Vermelho, mês de conscientização na luta contra a Aids! No último dia 30, a Anvisa aprovou um medicamento, chamado Dovato, que combina duas diferentes substâncias — os antivirais lamivudina e dolutegravir sódico — em um só comprimido de dose diária.

Mesmo com apenas duas medicações em sua formulação, a GSK, responsável pelo braço científico que desenvolveu a droga, esclarece que o remédio "ainda mantém a eficácia e a alta barreira à resistência de regimes tradicionais", que envolvem mais princípios ativos. O medicamento poderá ser prescrito para maiores de 12 anos, que pesem pelo menos 40 kg.

Vacinas atuais protegem contra a Ômicron?

Quanto às vacinas, o que mais preocupa é o número de mutações na proteína S da variante Ômicron (Imagem: RossHelen/Envato)
Quanto às vacinas, o que mais preocupa é o número de mutações na proteína S da variante Ômicron (Imagem: RossHelen/Envato)

Voltando ao assunto mais quente da semana em saúde, uma das perguntas mais feitas em relação à variante Ômicron é se as vacinas que temos hoje funcionam contra ela. Afinal, a cepa conta com mais de 30 mutações só na proteína spike, totalizando 50 no coronavírus. Mas ainda é cedo para saber se as vacinas atuais conseguem detê-la.

Stéphane Bancel, executivo-chefe da farmacêutica Moderna, disse em entrevista ao jornal Financial Times que, ao que parece, haverá uma queda importante da imunidade. Ele só não sabe dizer o quão impactante isso será e que teremos que esperar os dados — que só devem sair nas próximas semanas.

Para Jorge Kalil Filho, professor titular da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, o caso da Ômicron é um pouco diferente. Segundo ele, em entrevista à BBC, essa variante traz muitas mutações em lugares estratégicos, como a região da espícula que se liga ao receptor das células — a proteína S, ou spike. "E isso abre a possibilidade de que os anticorpos neutralizantes parem de funcionar como observado até agora", observou.

A Anvisa afirmou, em nota, que está trabalhando com outras agências e farmacêuticas internacionais para acelerar a resposta sobre os possíveis impactos da variante e a efetividade das vacinas atuais. A agência também encaminhou um pedido de atualização a todas as desenvolvedoras de imunizantes autorizados no país — Pfizer, Butantan, Fiocruz e Janssen — para entender o andamento dos estudos sobre imunização. No entanto, a Anvisa reconhece que é preciso tempo para que as análises genéticas da Ômicron estejam disponíveis.

A recomendação é que a população continue se protegendo, com máscaras, higiene adequada das mãos, distanciamento social e, principalmente, vacinação, conforme orienta o cronograma de cada fabricante.

Alergia a exercícios físicos: isso existe?

Alergia a exercício, não. Mas há uma reação anafilática bem parecida (Imagem: LightFieldStudios/envato)
Alergia a exercício, não. Mas há uma reação anafilática bem parecida (Imagem: LightFieldStudios/envato)

Você já ouviu falar em "alergia" a exercícios físicos? Por mais estranho que pareça, uma condição semelhante a uma alergia, de fato, pode acometer aqueles que frequentam as academias ou praticam atividade física ao ar livre. Trata-se da anafilaxia induzida por exercícios (AIE).

A condição não é, propriamente, uma alergia, já que nenhuma proteína entra no corpo quando uma pessoa faz exercícios, fazendo com que o sistema imune reaja a uma crise alérgica. O que acontece é que uma pessoa pode ingerir certo tipo de alimento antes do treino, e o exercício funciona como um gatilho para ativar as células imunológicas. Curiosamente, a pessoa não costuma ser alérgica a esse alimento em outras ocasiões. Sendo assim, a reação, que mais parece uma alergia, pode ocorrer durante ou após os treinos.

A AIE é rara, mas vale saber: o melhor jeito de impedir seu surgimento é evitar comer por quatro horas antes e depois do treino. Os alimentos mais comumente associados ao quadro são:

  • Trigo;

  • Futos do mar;

  • Aipo;

  • Milho;

  • Leite de vaca;

  • Banana;

  • Farinhas contaminadas com ácaros;

  • Amendoim.

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Fonte: Canaltech

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