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Ginástica em casa não substituirá academias, diz Barclays

Katharine Gemmell e Joe Easton

(Bloomberg) -- Fazer ginástica em casa pode ter se tornado parte do dia a dia nas quarentenas, mas analistas do Barclays dizem que frequentadores de academias não cancelarão seus planos tão cedo.

Uma pesquisa com consumidores do Reino Unido constatou que apenas 14% dos membros de academias planejavam cancelar planos, apesar de 35% deles terem mudado de atitude em relação a fazer exercícios em casa em meio ao surto, segundo relatório do banco aos clientes na terça-feira.

O Barclays voltou a ter recomendação overweight para a The Gym Group, listada em Londres, e reiterou a mesma recomendação para a holandesa Basic-Fit. As ações dessas empresas acumulam queda de 37% e 31% em 2020, respectivamente, devido ao impacto da pandemia.

“Achamos os resultados tranquilizadores para o futuro do setor de academias após a pandemia, uma vez que a pesquisa foi realizada em um momento de pico de ansiedade pelo Covid-19”, escreveram analistas como James Rowland Clark.

Os Países Baixos planejam reabrir as academias em 1º de julho, dois meses antes do planejado. O governo do Reino Unido também estuda planos para reabrir academias no próximo mês, segundo reportagem do The Guardian em maio.

A pesquisa, conduzida pela empresa de pesquisa YouGov, foi realizada com 2.075 consumidores no Reino Unido, dos quais 16% eram membros de academia. A pesquisa também revelou que pessoas com maior probabilidade de cancelar planos tinham entre 18 e 34 anos de idade. Esse é um risco potencial para academias de baixo custo, como a The Gym e Basic-Fit, que dependem mais de um grande número de membros mais jovens, disse o Barclays.

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