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Gilberto Braga foi autor de grandes sucessos de audiência da Globo, como ‘Escrava Isaura’, ‘Vale tudo’ e ‘Celebridade’

·3 min de leitura

Gilberto Braga, autor que saiu de cena na noite desta terça-feira (dia 26), empregou o seu talento em 22 novelas na TV Globo, além de cinco minisséries e outras seis obras diversas. O carioca estreou na emissora em 1972, com uma adaptação de “A dama das camélias”, de Alexandre Dumas, para um “Caso especial”. Sua primeira experiência em telenovelas foi com “Corrida do ouro”, em 1974, quando dividiu a autoria com Lauro César Muniz e Janete Clair. Mas seu primeiro grande sucesso veio dois anos depois, com “Escrava Isaura”, novela que é um dos maiores produtos de exportação da Rede Globo e tornou sua protagonista, Lucélia Santos, célebre até na China. Em 1978, Gilberto Braga passou a escrever para o horário nobre, em “Dancin’ days”, um de seus maiores sucessos, tendo Sonia Braga e Joana Fomm como protagonistas.

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“Água viva” (1980), “Brilhante” (1981), “Louco amor” (1983) e “Corpo a corpo” (1984) também foram novelas de repercussão escritas pelo autor. Em 1986, ele fez “Anos dourados”, com histórias de amor e conflitos familiares do Rio de Janeiro da época de Juscelino Kubitschek. Em 1988, veio um outro boom de audiência, com “Vale tudo”, coescrita ao lado de Aguinaldo Silva e Leonor Bassères. Na trama, um dos marcos da teledramaturgia brasileira, a pergunta que não quis calar até o fim foi: “Quem matou Odete Roitman (Beatriz Segal)?”. E o Brasil antiético estava presente na história da mãe honesta, vivida por Regina Duarte, e sua filha mau-caráter, interpretada por Gloria Pires.

No mesmo ano, Gilberto Braga ainda estreou a minissérie “O primo Basílio”, adaptada do livro de Eça de Queiroz. Em 1990, colaborou na autoria de “Rainha da Sucata”, de Silvio de Abreu, e fez a supervisão de “Lua cheia de amor”, novela de Ana Maria Moretzsohn inspirada em “Dona Xepa”.

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Em 1991, voltou a tratar da problemática da dignidade e da cidadania no Brasil com a novela “O dono do mundo”, protagonizada por Antonio Fagundes. No ano seguinte, escreveu ao lado de Sérgio Marques a minissérie “Anos rebeldes”, ambientada nas décadas de 1960 e 70, misturando cenário político e histórias de amor.

“Pátria minha”, de 1994, fechou a trilogia sobre corrupção no Brasil , após “Vale tudo” e “O dono do mundo”. Outro grande sucesso chegou nove anos depois: “Celebridade”. Quem não se lembra da surra no banheiro entre Malu Mader e Cláudia Abreu? A história abordava a busca desenfreada pela fama.

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Em “Paraíso tropical” (2007), atualmente em reprise no canal Viva, Gilberto Braga e Ricardo Linhares falaram sobre ambição e amor no bairro carioca de Copacabana. Alessandra Negrini deu vida às gêmeas Paula e Thaís, cuja trama o autor considerava a mais bem-sucedida de sua carreira. O casal formado por Wagner Moura e Camila Pitanga (Olavo e Bebel) também deu o que falar. No ano seguinte, a obra foi indicada na categoria Novela do Prêmio Emmy, o Oscar da televisão.

“Insensato coração” (2011), outra parceria com Ricardo Linhares; a supervisão de “Lado a lado”, de Claudia Lage e João Ximenes Braga, que ganhou um Emmy Internacional; e “Babilônia” (2015), também ao lado de Linhares e João Ximenes Braga, estão no currículo do grande autor.

Gilberto Braga já tinha escrito, em média, 80 capítulos de uma novela intitulada "Feira das vaidades", para a faixa das 21h da Globo, este ano, mas a trama foi engavetada. A história teria Malu Mader e Cássio Gabus Mendes no elenco, e seria dirigida por Dennis Carvalho.

* Com informações do site “Memória Globo”

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