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Gil do BBB diz que sonha em ser presidente do BC, e órgão responde: 'Alegres em contar com seu vigor em nossa equipe'

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Quando o economista Gilberto Nogueira resolveu dar uma verdadeira aula sobre inflação e desemprego a seus colegas participantes do Big Brother Brasil, a internet puxou a torcida para que Gil do Vigor assumisse a presidência do Banco Central. Se depender do pernambucano e da própria autoridade monetária, a brincadeira pode acabar virando realidade.

Após deixar o reality show, Gil disse em entrevista ao portal Gshow que seu sonho é presidir o órgão. Horas depois, o BC respondeu nas redes sociais que adoraria contar com o brother na equipe da autarquia.

— Ser presidente do Banco Central (é um sonho). Seria extraordinário. A emissão de moeda, o estudo do mercado financeiro. A moeda influencia vários fatores, como desemprego e inflação. Eu sou apaixonado, não é minha área de pesquisa hoje mas eu tenho muito prazer de estudar e falar — disse o economista na entrevista.

A resposta do BC veio pelo Twitter:

“Ficamos felizes em saber do seu sonho de fazer parte do BC! Ficaremos alegres em contar com o seu vigor em nossa equipe. Seguimos juntos falando de economia aqui do lado de fora”.

Se uma das funções do BC é se comunicar bem com o mercado, Gil já mostrou que é craque em se fazer entendido. Ao comentar sobre os riscos de emitir moeda, explicou que imprimr dinheiro não é assim tão simples — de um jeito só dele e que todo o Brasil entendeu.

— Muitas pessoas pensam assim: ‘Ah, mas quando eu for presidente da República eu vou emitir moeda no Banco Central, vou dar dinheiro para todo mundo, todo mundo vai ficar rico, bora Brasil, vai Banco Central, emite moeda, adoro, vai! ‘Tchaki’, ‘tchaki’.

E acrescentou:

'Aí quando eu comecei a estudar eu falei: Ohhh, não é bem assim'.

Prestes a cursar doutorado nos EUA, Gil está pronto para percorrer a longa trajetória que o levaria a comandar uma instituição desse porte, responsável por definir os juros básicos da economia e manter a inflação na linha.

— Com certeza depois do PhD eu tenha capacidade. No momento, eu não me sinto capacitado para funções de grande porte na economia. Estou seguindo a linha acadêmica e preciso me desenvolver muito e quem sabe um dia possa dar mais esse passo — disse ao gshow.

O economista mais pop do Brasil ganhou a torcida dos colegas fora da casa. Em uma das vezes que foi para o paredão, recebeu apoio de nomes como Laura Carvalho, professora da Universidade de São Paulo (USP), e Felipe Salto, diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI)

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