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Gigantes japonesas se unem para criar novo avião supersônico de passageiros

·2 minuto de leitura

Há um novo movimento no setor aéreo para a volta das aeronaves supersônicas, e isso está se espalhando pelo mundo. Dessa vez, um conjunto de grandes empresas japonesas se uniram ao governo local para criar a iniciativa Japan Supersonic Research, que vai buscar soluções e alternativas para a criação de um novo avião de passageiros que possa voar mais rápido do que o som.

O "Concorde Japonês", caso seja mesmo concebido, terá como criadores uma série de empresas e agências que já trabalham, de certo modo, com a aviação. Casos da IHI, Mitsubishi, Kawasaki, Subaru e a Japan Aircraft Development. Para dar uma força, o governo do Japão alocou a Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (JAXA), que já tem projetos supersônicos em andamento.

Segundo publicação da agência Nikkei, o projeto pode criar novas oportunidades para a indústria aeroespacial do Japão, que agora se limita principalmente à construção de asas e fuselagens para grandes fabricantes de aeronaves, como Boeing e Airbus. A criação de um único centro de pesquisa pode permitir que as empresas nipônicas não apenas definam uma direção para essa nova tecnologia, mas também aumentem suas margens de lucro.

Imagem do que seria o próximo avião supersônico/ Imagem: Jaxa
Imagem do que seria o próximo avião supersônico/ Imagem: Jaxa

Como cada um pode ajudar?

A Kawasaki Heavy tem instalações de grande escala que podem medir o impacto do vento no chassi de uma aeronave e o ruído produzido, e a empresa planeja alavancar os pontos fortes do Japão em tecnologia ambientalmente amigável, um desafio no desenvolvimento de jatos. Já a IHI pode melhorar a eficiência de combustível dos motores das aeronaves, isso em conjunto com a JAXA.

E por falar na agência japonesa, além de auxiliar com a eficiência de combustível, ela já reúne trabalhos para diminuir o estrondo causado pela passagem da barreira do som, um problema para as aeronaves supersônicas, algo bem parecido com o que a NASA já executa, em parceria com a fabricante Lockheed. Para quem não se lembra, o Concorde era proibido de voar no modo supersônico no continente e podia apenas executar essa super velocidade sobre o oceano.

Tudo ainda está muito no início, mas, se a Japan Supersonic Research quiser mesmo competir com empresas de outros países que já estão com projetos mais adiantados, terá de correr. Vale lembrar que, nos Estados Unidos, a Boom Supersonics já efetuou a venda de algumas unidades do seu vindouro avião supersônico para a United Airlines, além de já ter amarrado negócios com outras companhias, como a própria Japan Airlines, que investiu pesado no desenvolvimento da startup.

Fonte: Canaltech

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