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Gigantes da moda são 'maus alunos' do desenvolvimento sustentável, diz estudo

·2 minuto de leitura
Mulher observa vitrine de uma loja de roupas em Munique, sul da Alemanha, 11 de janeiro de 2021

As gigantes da moda têm dificuldades em cumprir seus compromissos ambientais, segundo um relatório publicado nesta segunda-feira (22) no site especializado Business of Fashion, que lamenta o abismo entre o discurso e os fatos.

O estudo, redigido por um grupo de especialistas internacionais independentes, estabelece o "índice de desenvolvimento sustentável" de quinze grupos: cinco do setor de luxo, entre eles Kering e LVMH, cinco grandes marcas (H&M, Levi Strauss, Gap, entre outras) e cinco de roupas esportivas, entre as quais Nike e Adidas.

O informe é o primeiro de uma série de análises apoiadas nos 'índices de sustentabilidade' que a Business of Fashion publicará antes da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas em Glasgow (Escócia), em novembro de 2021.

"Com menos de dez anos para alcançar o objetivo global sobre o clima e o desenvolvimento sustentável, o tempo se esgota e já não é suficiente declarar uma intenção de mudança, destaca o estudo.

Os grupos são valiados em seis aspectos: transparência, emissões de CO2, uso da água e produtos químicos, materiais, direitos dos trabalhadores e tratamento de resíduos.

Nenhuma empresa chega a mais de 50 sobre 100 neste ranking e, além da holding suíça Richemont (Chloé, Ralph Lauren...), a japonesa Fast Retailing (Uniqlo, Princesse Tam Tam...) e o grupo americano Under Armour tiveram pontuações inferiores a 25.

Consultados pela AFP, o Richemont (com pontuação de 14 sobre 100) e Under Armour (9) não quiseram responder. Ao contrário, 'os melhores alunos' foram Kering (Gucci, Saint Laurent...) e Nike, que obtiveram 49 e 47/100, respectivamente.

"Entre as grandes empresas da moda, muitas ainda não sabem ou não revelam de onde provêm seus produtos, e quanto mais abaixo se encontra na rede de abastecimento, as coisas são mais nebulosas", destaca o relatório.

"Isto abre a via à exploração e às violações dos direitos humanos, e cria dificuldades para medir o impacto ambiental da indústria", adverte.

er-neo/may/bow/age/mb/mvv