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Gigante de lítio busca aumentar extração para crescimento verde

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A maior produtora de lítio do mundo dá continuidade a um projeto para extrair mais do metal usado em baterias a partir da salmoura que bombeia de um salar chileno, em um sinal de confiança no país e na demanda global.

A Albemarle está introduzindo um método para extrair mais lítio, que normalmente é capturado nos sais, aumentando assim a produtividade de 50% a 55% para 80% a 85%, disse o diretor-presidente da empresa, Kent Masters, em entrevista.

A empresa americana e sua maior rival, a SQM, estão se expandindo no Salar de Atacama, no Chile, para ajudar a atender à expectativa de demanda três vezes maior com a revolução dos veículos elétricos. Ao mesmo tempo, as empresas buscam limitar a quantidade de salmoura que bombeiam e de água doce usada em meio ao crescente escrutínio ambiental de clientes, comunidades e reguladores em um impulso global para uma energia mais limpa. O salar fica em um dos lugares mais secos da Terra, onde minas de cobre, comunidades e turismo também competem por água.

Com um orçamento inferior a US$ 200 milhões, o projeto de melhoria da produtividade levará cerca de 18 meses para ser implementado e outros seis meses para começar a se refletir nas vendas.

“Estamos sempre buscando maneiras de maximizar nossa eficiência no Salar e nas usinas de conversão”, disse Masters. “Este é processável, estamos construindo hoje.”

A empresa com sede em Charlotte, na Carolina do Norte, dá continuidade aos investimentos no Chile quando políticos da oposição do país pedem uma maior contribuição do setor de mineração para financiar gastos sociais, bem como uma reforma da gestão da água e dos direitos indígenas. Com eleições presidenciais em novembro, os chilenos acabaram de eleger uma assembleia para redigir uma nova Constituição, composta principalmente por independentes e esquerdistas.

“O rendimento do Salar é uma decisão que tomamos agora que mostra a confiança que temos no Chile como país”, disse Masters. “Saberemos a direção e para onde as coisas estão indo antes de tomarmos outra grande decisão de investimento no Chile.”

A Albemarle não vê grande risco para a indústria de lítio com as mudanças tributárias propostas no Chile e está sempre buscando maneiras de melhorar a sustentabilidade “com ou sem pressão do governo”, disse.

Os investimentos no Chile também são apoiados pelas perspectivas otimistas da Albemarle para a demanda por lítio no curto e longo prazos, devido à baixa probabilidade de que o recente excesso de oferta da indústria se repita. A empresa está em busca de recursos adicionais para atender à demanda depois desta década.

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©2021 Bloomberg L.P.

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