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Ghost of Tshusima: Director's Cut vale a pena?

·6 minuto de leitura

Ghost of Tsushima: Versão do Diretor chega ao PlayStation 4 e PlayStation 5 em 20 de agosto de 2021. De forma geral, a nova edição do game conta com melhorias técnicas, sincronia com as vozes em japonês e mais um capítulo para a dramática história de Jin Sakai. A seguir, descrevemos o que há de novo na versão e se vale a pena dar uma chance para o conteúdo.

O que tem de novo no Director’s Cut?

A versão traz a Ilha de Iki, um novo local onde o fantasma samurai enfrenta novos inimigos e também o próprio passado. A região adiciona missões, principais e secundárias, mais espadas, armaduras e itens, templos e animais para acariciar (o reinado absoluto da raposa chegou ao fim).

Jin vai para a ilha após descobrir que um grupo de mongóis está dominando o lugar. Chegando lá, ele deve confrontar suas antigas memórias, já que lá foi onde seu pai morreu em batalha. Então, o enredo explora a relação de honra e culpa entre os dois, misturando os aspectos da história principal de Ghost of Tsushima e também os misticismos, muito explorados em alguns contos e no modo Lendas.

Na trama, o local está cheio de piratas e navegantes. Os habitantes se misturam com civis e camponeses, mas os criminosos foram o motivo da primeira invasão liderada pelo pai do samurai. O enredo também explora isso, já que o Fantasma se junta à eles para expulsar a ameaça.

Você pode reviver o momento entre os Sakai em locais específicos do mapa (Imagem: Captura de Tela/Guilherme Sommadossi/Canaltech)
Você pode reviver o momento entre os Sakai em locais específicos do mapa (Imagem: Captura de Tela/Guilherme Sommadossi/Canaltech)

O Director’s Cut segue um rumo parecido com o Horizon Zero Dawn Complete Edition, que agrega o DLC Frozen Wilds, sendo uma expansão que se conecta bem com a história principal, explorando mais a personalidade do protagonista e dando mais um respiro para o game principal.

Assim como em Tsushima, Iki está recheada de atividades e missões esperando para serem feitas. Com Jin, é possível participar de desafios de arco e flecha, encontrar santuários de animais e tocar flauta para eles, desafiar outros espadachins em uma arena e, claro, cortar bambus, compor haikus e tomar banho nas águas termais.

Audiovisual

Ghost of Tsushima continua lindo visualmente. Os gráficos da versão de PS5 não são tão superiores ao de PS4, mas com ray tracing, resolução em 4K e a 60 frames por segundo, tudo fica ainda mais embelezado e detalhado.

O hardware do console também faz um bem danado ao game. Se no PS4 as telas de loading duravam segundos, na nova geração o SSD os torna inexistentes. No entanto, o game ainda tem alguns momentos lentos pós missão e conferir as espadas e armaduras no menu ainda é uma tarefa devagar, pois elas continuam demorando para carregar.

Cavalgar por Tsushima continua muito prazeroso (Imagem: Captura de Tela/Guilherme Sommadossi/Canaltech)
Cavalgar por Tsushima continua muito prazeroso (Imagem: Captura de Tela/Guilherme Sommadossi/Canaltech)

Comparado a outros jogos do console, e não apenas os exclusivos, o DualSense teve um aproveitamento médio pela Sucker Punch. A resposta tátil do controle simula muito bem o cavalgar e caminhar em diferentes solos, mas as vibrações nos combates não são marcantes.

Nos gatilhos adaptáveis, as reações só aparecem em ações com o gancho e também são irrelevantes nas brigas de espadas. Outros jogos de PS5, como Returnal, Ratchet & Clank: Rift Apart e Spider-Man Miles Morales, e até outros títulos com versão de PS5, como Star Wars Jedi: Fallen Order, souberam aproveitar muito mais os recursos do DualSense.

O áudio surpreende positivamente. Entre os mongóis, há uma nova “classe” denominada xamã. A espécie de bruxo emana um canto que deixa os demais inimigos mais fortes e os faz atacar com mais frequência. Eles ficam em um local alto e fixo, mas nem sempre dá para enxergá-los. Logo, é preciso prestar atenção de onde está vindo o cântico e eliminá-lo.

Os inimigos ficam com uma espécie de aura transparente em seu estado máximo de ataque (Imagem: Captura de Tela/Guilherme Sommadossi/Canaltech)
Os inimigos ficam com uma espécie de aura transparente em seu estado máximo de ataque (Imagem: Captura de Tela/Guilherme Sommadossi/Canaltech)

O cenário também parece muito mais pulsante, permitindo ouvir cada barulho da natureza. Quando venta, dá para ouvir os galhos das árvores retorcendo, o balançar da grama é ainda mais perceptível, o impacto das ondas nas pedras costeiras ecoa mais e o choque das espadas está mais agudo e brilhante.

Combates

Os novos soldados mongóis da Águia, a nova vilã, trazem algumas particularidades. Além do já citado xamã, há novos adversários que contam com mais de um estilo de luta. No jogo base, enfrentamos quatro tipos de inimigos, com diferentes armas, o que exige posturas distintas de batalha.

Jin é amaldiçoado pela Águia logo no começo da jornada (Imagem: Divulgação/PlayStation)
Jin é amaldiçoado pela Águia logo no começo da jornada (Imagem: Divulgação/PlayStation)

Na Ilha Iki, há inimigos que usam lanças e espadas e vão alternando durante a luta. Há outros que usam as duas e mais um escudo, exigindo usar três posturas para derrotá-los.

Quem brilha como uma nova arma é o cavalo. O local aflora o espírito selvagem de Kaze (como eu nomeei o meu) e faz com que ele invista contra os inimigos. É possível aprimorá-lo como habilidade fantasma, o tornando um belo trunfo para lutas em campo aberto.

(Imagem: Captura de Tela/Guilherme Sommadossi/Canaltech)
(Imagem: Captura de Tela/Guilherme Sommadossi/Canaltech)

Aos platinadores de plantão, para conseguir o troféu máximo da versão do PlayStation 5 só é preciso de uma ação extra: personalizar uma captura no modo foto. Para a Ilha Iki, há sete novos troféus relacionados à conclusão da história e de atividades no novo lugar.

Vale a pena comprar Ghost of Tsushima Director’s Cut?

Se você nunca jogou Ghost of Tsushima, com certeza será uma grande experiência que renderá muitas horas de gameplay, contando a história principal, as missões secundárias e as diversas atividades pelas duas ilhas. A Versão do Diretor aprofunda ainda mais a história pessoal de Jin e como ele lida com os próprios problemas.

Caso goste muito e queira repetir a história de novo, há ainda o Novo Jogo+, nível de dificuldade que oferece uma jornada ainda mais desafiadora, e a possibilidade de repetir missões a qualquer momento. A versão de nova geração permite trazer o save do console anterior, preservando todo o progresso e itens coletados — incluindo do modo Lendas.

Agora se você já se aventurou por Tsushima, ainda mais se há pouco tempo, a nova aventura é divertida e densa, mas talvez não compense o investimento imediato. No caso, os valores são R$ 104,90 para o upgrade de PS4, R$ 299 na versão para o console anterior (R$ 50 mais caro do que o lançamento, em 2020) e R$ 349,90 na versão para os dois consoles. Vale esperar uma promoção para visitar a Ilha Iki.

A história adicional é curta (cerca de 3h a 4h de duração) e pode ser concluída em menos de um dia. Mas, assim como no jogo original, as outras possibilidades espalhadas pelas ilhas podem triplicar as horas de jogo e fazer você esquecer da vida também.

No Canaltech, Ghost of Tsushima: Director’s Cut foi testado com cópia gentilmente cedida pela PlayStation Brasil.

Fonte: Canaltech

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