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Gestão de risco e Big Data devem andar de mãos dadas

·2 minuto de leitura

Já é uma realidade: gestores têm buscado cada vez mais soluções para prevenir ameaças à estrutura legal das companhias. De acordo com o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), 80% das empresas brasileiras de capital fechado possuem responsáveis para tratar questões de conformidade, seja um profissional dedicado exclusivamente ao compliance ou não.

A alta adesão de companhias em programas de compliance, aliado a boas práticas de governança corporativa, busca proteger os ativos da companhia e reduzir vulnerabilidades. Para lidar com diversas questões que envolvem a integridade da empresa, a gestão de riscos é fundamental para identificar incertezas nos processos, medir a probabilidade de danos e seus possíveis impactos.

De uma forma geral, uma gestão de riscos eficiente envolve todos os agentes que possam causar dúvidas e imprevisibilidades em qualquer processo de gestão do negócio. Todos esses agentes devem ser analisados de acordo com cada empresa, já que diferentes segmentos oferecem riscos distintos. Contudo, é possível observar que todos possuem alguma fragilidade.

De acordo com a última Pesquisa de Maturidade do Compliance do Brasil, desenvolvido pela KPMG, um dos principais riscos identificados por grandes corporações é a gestão de terceiros e contratos. Diante deste cenário, o gestor que ainda se omite a identificar possíveis ameaças à corporação, além de vulnerabilizar a empresa, enfraquece os negócios, visto que um bom programa de gestão de riscos é imprescindível para atrair investidores e clientes.

(Imagem: Pixabay/Gerd Altmann)
(Imagem: Pixabay/Gerd Altmann)

Portanto, identificar, categorizar ameaças, estabelecer abordagens e metodologias de gestão são os primeiros passos para reduzir a vulnerabilidade da empresa. No entanto, para que o programa esteja em um nível avançado de eficiência, o mesmo deve ser amparado por uma plataforma sistêmica que suporte a automatização dos processos.

Diante de tantas responsabilidades inerentes ao compliance, focar em otimização de cada função estabelece altos níveis de confiança das partes interessadas. Com a entrada das organizações na quarta revolução industrial (4RI), os riscos estão se tornando cada vez mais complexos e interconectados. Desta forma, o caminho é mover todas as funções em direção a abordagens mais integradas.

Plataformas de Big Data Analytics permitem que grandes volumes de dados possam ser coletados e analisados de acordo com os interesses das empresas. Portanto, a automatização e a integração dos dados tornam os processos mais ágeis, precisos e com métricas importantes para maximizar a cobertura de risco, eliminar pontos cegos e produzir um cenário mais transparente para as partes interessadas.

Muito mais do que uma ferramenta de gestão, o Big Data é o melhor amigo do gestor, mostrando para ele qual o melhor caminho a seguir.

Fonte: Canaltech

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