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Geração gamer: jogar é o principal entretenimento para os mais jovens

Todas as gerações possuem suas características, preferências e, por que não, similaridades. Entre elas, podemos citar o apreço pela diversão e socialização, desejos inerentes ao ser humano e que conseguimos sanar, muitas vezes, através dos nossos hobbies. E se eu te falar que jogar é muito mais do que isso, você me acharia cringe?

Os jogos ajudam a nutrir o pensamento estratégico e trabalho em equipe, sensação de pertencimento, aumento da criatividade (vide meu último artigo), além de servir como uma válvula de escape do mundo real e, convenhamos, estamos precisando girar essa válvula. Para a Geração Z, os jogos também fazem parte da sua identidade.

Os games são onipresentes entre os mais jovens. Eles gastam mais tempo livre em jogos do que com qualquer outro passatempo, incluindo assistir TV, streaming de filmes, séries e até mesmo ouvindo música, segundo pesquisa recente divulgada pela Newzoo que aponta que 25% do tempo dos jovens com idade entre 10 e 24 anos foi gasto com jogos, contra 18% em mídia social/apps e 17% em filmes e séries.

Ainda segundo a pesquisa anual da Newzoo que contou com a participação 33 países, 8 a cada 10 pessoas da Geração Z jogam e 81% dos gamers jogaram nos últimos seis meses. Esta é a maior participação de qualquer geração. A média de tempo que os jovens gamers passam jogando por semana é de 7 horas e 20 minutos e 69% desembolsaram dinheiro com games em alguma plataforma nos últimos 6 meses, ou seja, é um grupo disposto a “gastar” dinheiro com o setor.

Quando falamos de influenciadores, 71% dos jogadores dessa geração assistem a vídeos e transmissões relacionadas a jogos, com conteúdo variando entre jogabilidade, vídeos de jogos cômicos e acompanhamento de seus streamers favoritos. De acordo com outra pesquisa, essa realizada pela Marketing Hub, 40% dos consumidores se baseiam na opinião de influenciadores para realizarem uma compra. Vale destacar, claro, que além de possuir essa confiança do público, alguns influenciadores conseguem potencializar a venda de produtos específicos de grandes marcas.

Mas o que isso significa?

A geração Z representa cerca de 100 bilhões de dólares em poder de consumo como um grupo, e à medida que eles continuarem a entrar no mercado de trabalho, sua renda disponível só aumentará. Isso, aliado ao fato do mercado global de jogos ter sido avaliado em USD 173,70 bilhões em 2020 e com expectativa de atingir um valor de USD 314,40 bilhões em 2026, gera enormes oportunidades para as empresas, marcas e influenciadores.

Porém, para “entrar nesse barco”, é importante trazermos de volta uma reflexão que fiz no começo do texto: cada geração possui as suas características. Tendo isso em vista, um dos atributos da Z está ser mais propensa a se aliar a uma marca que reflita seus valores (apoiando causas sociais) e que demonstre sinergia com seu estilo de vida (através de soluções ou ações que auxiliem a vida do gamer, nesse caso).

Nesse cenário, parcerias e ações sempre são bem-vindas quando o assunto é levar a melhor experiência para o público-alvo. A Uber Eats, por exemplo, se uniu ao Tyler "Ninja" Blevins, popular jogador de Fortnite e streamer da Twitch, em uma promoção lá em 2018 em que os clientes gamers receberam 25% de desconto em suas compras usando o código NINJANOMS. A promoção foi tão bem-sucedida que atingiu o número máximo de resgates em apenas um dia.

Mais recentemente, podemos citar a Intel, que para comemorar o dia Internacional do Gamer (29 de agosto), promoveu o evento Gamer Days, com 10 dias de ofertas, descontos e conteúdos com influencers.

Se falarmos sobre parcerias para levar melhores experiências para os gamers, um exemplo foi a colaboração de mais de 200 dos principais desenvolvedores de games que ajudou a Intel a oferecer uma série de otimizações de jogos, mecanismos, middleware e renderização para aplicativos, garantindo que os processadores Intel® Core ™ série S de 11ª geração levem a melhor experiência possível para todos os gamers – de todas as idades.

Fato é que o consumo por jogos e conteúdos relacionados ao universo gamer já vinha aumentando e com a pandemia da COVID-19, os games foram uma nova forma de socializar com mais pessoas e de nos transportarmos para um outro universo enquanto passamos por esse momento difícil. Mas é importante pontuar que o aumento do mercado de games é uma tendência que, dependendo dos mais jovens, ainda vai durar por bastante tempo (e eu “Stan” isso).

Às marcas, o universo traz ótimas oportunidades de engajamento com um público jovem que, em breve, guiará o mercado. Aos players, basta relaxar e aproveitar o mundo dos jogos.

Fonte: Canaltech

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