Mercado abrirá em 1 h 47 min
  • BOVESPA

    120.933,78
    -180,15 (-0,15%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.072,62
    -654,36 (-1,34%)
     
  • PETROLEO CRU

    63,72
    +0,34 (+0,54%)
     
  • OURO

    1.771,80
    +1,20 (+0,07%)
     
  • BTC-USD

    55.879,50
    -711,07 (-1,26%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.261,73
    -37,23 (-2,87%)
     
  • S&P500

    4.163,26
    -22,21 (-0,53%)
     
  • DOW JONES

    34.077,63
    -123,04 (-0,36%)
     
  • FTSE

    6.930,01
    -70,07 (-1,00%)
     
  • HANG SENG

    29.135,73
    +29,58 (+0,10%)
     
  • NIKKEI

    29.100,38
    -584,99 (-1,97%)
     
  • NASDAQ

    13.850,00
    -47,25 (-0,34%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6847
    +0,0090 (+0,13%)
     

Geração de empregos nos EUA acelera em março; taxa de desemprego cai a 6%

Lucia Mutikani
·1 minuto de leitura

Por Lucia Mutikani

WASHINGTON (Reuters) - Os empregadores dos Estados Unidos contrataram mais trabalhadores do que o esperado em março, estimulados pelo aumento das vacinações e por mais dinheiro para alívio da pandemia distribuído pelo governo, fortalecendo expectativas de que um boom econômico esteja em andamento.

Os EUA geraram, em termos líquidos e fora do setor agrícola, 916 mil postos de trabalho em março, informou o Departamento do Trabalho nesta sexta-feira.

É o número mais forte desde agosto passado. Os dados de fevereiro foram revisados ​​para cima e passaram a mostrar abertura de 468 mil empregos, em vez dos 379 mil postos relatados anteriormente.

Economistas ouvidos pela Reuters previam aumento de 647 mil vagas em março. A taxa de desemprego caiu para 6,0% no mês passado, de 6,2% em fevereiro. A taxa de desocupação tem sido subestimada por pessoas classificando a si mesmas erroneamente como "empregadas, mas ausentes do trabalho".

O relatório de emprego marcou um aniversário doloroso para o mercado de trabalho. O "payroll" março de 2020 foi o primeiro a refletir o fechamento obrigatório de negócios não essenciais, como restaurantes, bares e academias, para retardar o início da pandemia de Covid-19, que acabara de surgir.

Quase 1,7 milhão de empregos foram perdidos naquele mês e outros 20,7 milhões desapareceriam em abril. Economistas estimam que pode levar pelo menos dois anos para recuperar os mais de 22 milhões de vagas perdidas durante a pandemia.