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Georgieva, do FMI, diz que EUA e China precisam manter estímulos durante pandemia

Por David Lawder
·2 minutos de leitura
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Por David Lawder

WASHINGTON (Reuters) - Estados Unidos e China precisam manter um forte estímulo para ajudar a acelerar a recuperação da economia global da nova pandemia de coronavírus, disse nesta quinta-feira a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva.

Os Estados Unidos têm espaço fiscal e capacidade de política monetária para bombear mais estímulos econômicos, seus gastos até agora durante a pandemia tiveram um impacto muito positivo no resto do mundo e sua influência "não pode ser exagerada", disse ela.

O governo dos EUA injetou cerca de 3 trilhões de dólares até agora na economia, alavancados pelos empréstimos e garantias do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), mas as negociações entre o governo Trump e os democratas no Congresso sobre outra rodada de estímulo estagnaram e é improvável que produzam um acordo antes das eleições de 3 de novembro.

Georgieva disse que cabe às autoridades dos Estados Unidos decidir a "sequência exata" de qualquer estímulo adicional, "mas que (o auxílio) foi um impulso positivo importante e gostaríamos de ver como seria continuado novamente".

"É claro que estamos ansiosos para ver que as linhas de socorro para empresas e trabalhadores são sustentadas. Esta é a nossa mensagem principal --não corte prematuramente essas linhas de socorro", acrescentou Georgieva.

Ela disse que a China, a segunda maior economia do mundo, também forneceu um "estímulo potente" para a economia global, a partir de gastos fiscais, política monetária e uma forte recuperação que criou demanda para países que fornecem commodities e componentes da cadeia de suprimentos.

O ingresso da China nos esforços internacionais para desenvolver e distribuir amplamente vacinas aumentaria a confiança de que a pandemia pode acabar mais rapidamente, disse Georgieva.

"Até que tenhamos uma saída duradoura da crise de saúde em todos os lugares, a recuperação permanecerá desigual e incerta", concluiu.

(Por David Lawder e Rodrigo Campos)