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George, do Fed, diz não descartar risco de alta da inflação

·2 minuto de leitura
A presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) de Kansas City, Esther George. 06/10/2019. REUTERS/Ann Saphir.

Por Howard Schneider

WASHINGTON (Reuters) - A presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) de Kansas City, Esther George, alertou nesta segunda-feira contra uma abordagem "rígida" da política monetária em uma era pós-pandemia que possa envolver dinâmicas de inflação e emprego diferentes das observadas nos últimos anos e que se aplicam à atual estrutura de política monetária do Fed.

Esse novo arcabouço --que enfatiza a geração de empregos e a confiança de que as forças que mantiveram a inflação baixa nos últimos anos continuarão a fazê-la-- levou o Fed a prometer continuar adquirindo 120 bilhões de dólares mensais em títulos até que o mercado de trabalho melhore e manter as taxas de juros próximas de zero por ainda mais tempo, mesmo que os preços comecem a subir.

Embora a maior parte das autoridades do Fed suspeite que as pressões de preços resultem de problemas temporários que vão diminuir nos próximos meses, "não estou inclinada a descartar os sinais de preços de hoje ou a depender excessivamente de relacionamentos e dinâmicas históricas para julgar as perspectivas para a inflação", disse George em comentários preparados a serem feitos a um simpósio agrícola do Fed de Kansas City.

Ela não disse, explicitamente, que estava pronta para mudar a política monetária ou abrir um debate agora sobre quando, por exemplo, começar a reduzir as compras de títulos.

Mas George afirmou que o Fed precisa estar a postos caso a dinâmica que manteve a inflação baixa nos últimos anos mude conforme a economia reabre com uma potencial onda de gastos de famílias confinadas por um ano e que acumularam enorme poupança.

"A estrutura da economia muda com o tempo, e será importante se adaptar às novas circunstâncias em vez de aderir a uma formulação rígida de reações políticas", disse.

"Com uma enorme quantidade de estímulo fiscal fluindo pela economia, o cenário poderia se desdobrar de maneira bem diferente daquele que moldou o pensamento" por trás da abordagem atual do Fed.

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