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'A gente tem que lidar com o fracasso', diz Whindersson Nunes em lançamento de livro na Bienal do Rio

·2 min de leitura

"Todo dia eu penso em desistir, mas decido continuar. A gente tem que lidar com o fracasso". A frase surpreende porque é dita por um dos maiores fenômenos de popularidade e sucesso no Brasil, o comediante, youtuber, cantor, ator e agora escritor, Whindersson Nunes, que marcou presença na 20ª Bienal do Rio para promover seu primeiro livro, “Vivendo como um guerreiro” (Editora Serena, 2021), nesta segunda-feira (06).

— A vida é altos e baixos todo tempo. Se alguém diz que a vida está sempre ok, tem alguma coisa errada. Ele está mostrando outra parada. Às vezes, dar um passo para trás é segurança, não é perder — destacou Whindersson, que participou da mesa "Do interior do Piauí para o mundo", mediada por Gabriel Chalita, que também assina a obra.

Com mais de 150 milhões de seguidores em todas as suas redes sociais, Whindersson contou histórias e detalhes de sua jornada desde a infância até a fama, lembrando das dificuldades do início de sua carreira, quando saiu de Bom Jesus, no Piauí.

— Quando a gente vem de lá procurando ser alguém e chegar a algum lugar, acha que está na briga sozinho. A gente é muito desmotivado. Depois, eu descobri que tinha um mundo de pessoas que estavam junto comigo — afirmou o comediante, que revelou ainda que seu primeiro acesso ao computador foi em um telecentro comunitário — Depois de um tempo, você vê que a internet é um leque de possibilidades. Eu tive mais acesso à máquina quando fiz um curso técnico. Foi aí que eu descobri o que era um "meme".

Whindersson recordou também do primeiro "viral" que chamou sua atenção na adolescência: o sucesso "Sou foda", do grupo de funk Avassaladores, que bombou no YouTube em 2011 com milhões de visualizações. — Eu ficava pensando por quê fazia aquele sucesso todo e eu percebi que era o gosto popular. Foi aí que eu tive um insight e pensei que eu também poderia cair nas graças da galera — apontou o youtuber.

Entre os assuntos tratados no livro, que começa falando sobre a perda do filho recém-nascido em maio deste ano, estão ainda as ações filantrópicas do autor, entre elas a doação de tubos de oxigênios para Manaus durante a pandemia. Durante a mesa, o artista afirmou que tem uma longa história com seu público do Amazonas: — Foi o primeiro lugar que me ajudou, que teve fé em mim desde o início, quando eu não era ninguém.

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