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General americano diz que Trump nunca teve a intenção de atacar a China

·3 minuto de leitura
O chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, general Mark Milley, testemunhou em uma audiência da Comissão de Serviços Armados do Senado no Capitólio, em Washington, em 28 de setembro de 2021 (AFP/Patrick Semansky)

O chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, o general Mark Milley, disse nesta terça-feira (28) que ligações para seus homólogos chineses no final do mandato de Donald Trump buscavam "diminuir" a tensão com Pequim e que o ex-presidente dos EUA nunca quis atacar a China.

"Eu sei, tenho certeza, o presidente Trump não tinha intenção de atacar os chineses", disse Milley em uma audiência perante o Comitê do Senado para as Forças Armadas.

"Minha tarefa naquele momento era diminuir a escalada. Minha mensagem era consistente: mantenha a calma e a estabilidade e diminua a escalada. Não vamos atacá-los", disse ele.

As ligações entre Milley e seu homólogo chinês, o general Li Zuocheng, foram reveladas pela primeira vez no livro "Peril", dos jornalistas Bob Woodward e Robert Costa do Washington Post.

A primeira ligação foi em 30 de outubro, quatro dias antes da eleição presidencial dos Estados Unidos.

E a segunda foi em 8 de janeiro, dois dias depois que os apoiadores de Trump invadiram o Capitólio dos Estados Unidos para evitar a certificação da vitória eleitoral do democrata Joe Biden.

Alguns legisladores republicanos acusaram Milley de exceder sua autoridade e pediram que renunciasse.

Em seu depoimento nesta terça-feira aos senadores, Milley defendeu suas ações, dizendo que as chamadas foram coordenadas com o secretário de Defesa Mark Esper e então seu sucessor em exercício, Christopher Miller.

"O propósito específico das ligações de outubro e janeiro foi gerado por informações de inteligência que nos fizeram pensar que os chineses estavam preocupados com um ataque dos Estados Unidos", disse Milley.

"Essas comunicações militar-militar nos níveis mais altos são essenciais para a segurança dos Estados Unidos, a fim de desconfigurar as ações militares, administrar crises e prevenir guerras entre grandes potências armadas com armas nucleares", explicou.

"Em nenhum momento tentei mudar ou influenciar o processo, usurpar autoridade ou me inserir na cadeia de comando", disse Milley.

Ele acrescentou: "Acredito firmemente no controle civil das Forças Armadas como um princípio fundamental essencial para esta República e estou comprometido em garantir que as Forças Armadas fiquem longe da política interna."

Após a publicação de trechos do livro em 15 de setembro, o presidente Biden renovou sua confiança no general Milley.

- A ligação para Pelosi -

Milley também se referiu a um telefonema que teve com Nancy Pelosi, a presidente democrata da Câmara de Representantes, durante o qual, de acordo com o livro de Woodward e Costa, a legisladora buscou garantias de que Trump não usaria os códigos nucleares.

"Tentei assegurar a ela que um lançamento nuclear é governado por um processo muito específico e deliberado", disse Milley ao comitê do Senado, dizendo que Pelosi "estava preocupada" e usou "várias referências pessoais para descrever o presidente".

"Expliquei a ela que o presidente tem autoridade exclusiva para lançar um ataque nuclear, mas ele não o faz sozinho", acrescentou, destacando "processos, protocolos e procedimentos".

De acordo com o livro, Pelosi, referindo-se a Trump, disse: "Você sabe que é louco.

"Está louco há muito tempo", ao que Milley respondeu: "Senhora presidente, concordo com você em tudo".

Em seu depoimento no Senado, Milley afirmou que disse a Pelosi que "não era qualificado" para determinar a saúde mental de um presidente.

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