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Geladeira ganham novo selo de economia de energia; entenda

·1 minuto de leitura
Selective focus on new refrigerator against wooden furniture with cabinets in modern kitchen. Concept of apartment with white interior
O objetivo da classificação é gerar ainda mais economia (Getty Image)
  • Sistema de classificação criado pelo Inmetro existe há 15 anos 

  • Exigência deve gerar ainda mais economia de energia elétrica

  • Fabricantes brasileiros precisarão atualizar as geladeiras produzidas

Em 2006, o Programa Brasileiro de Etiquetagem (PRE) colocava em prática o selo de eficiência energética do Inmetro nas geladeiras fabricadas no Brasil. O índice tem como objetivo incentivar a produção de eletrodomésticos energeticamente econômicos.

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Quinze anos depois, o sistema será atualizado, trazendo a exigência de que nos primeiros anos os produtos sejam até 30% mais econômicos do que já são, evoluindo para uma taxa de até 61% a partir de 2030. 

Lançada durante um momento de crise hídrica, a medida pode auxiliar no uso consciente da energia elétrica. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), até 2035 a economia de energia pode chegar a R$ 32,2 bilhões.

O sistema de classificação continuará o mesmo, utilizando as letras de A a D para indicar quais são os refrigeradores mais econômicos. Itens classificados como A, A+, A++ e A+++ são os escolhidos como produtos de melhor eficiência. 

Fabricantes de geladeiras estimar que precisarão desembolsar R$ 300 bilhões em investimentos para adaptar os refrigeradores produzidos às demandas pedidas pela regulação que entra em vigor.

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