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Geisy Arruda lança livro erótico inspirado em histórias reais: "Sexo não precisa ter limites"

Geisy Arruda. Foto: reprodução/Instagram/geisy_arruda

Além de um canal no YouTube sobre sexo e o conteúdo que publica no Instagram, Geisy Arruda também quer tratar do assunto na ficção, no seu primeiro livro de contos eróticos, “O Prazer da Vingança”. De acordo com a autora, que também estrela o ensaio fotográfico que ilustra a publicação, a maioria dos 11 contos é inspirada em histórias reais, como é o caso de “Sexo na Web” e “Sexo Lésbico”. O lançamento online está, previsto para o dia 5 de dezembro.

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“Sempre falei de sexo em rodas de amigos, com os crushs, e na internet já levantava questões sobre sexualidade. Comecei a escrever contos eróticos há oito meses, como uma brincadeira, nas horas vagas. Comecei a compartilhar com meus amigos e seguidores as minhas aventuras literárias”, disse a loura, em entrevista ao UOL.

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Seguindo a sugestão de um amigo, Geisy começou a idealizar o projeto e criou sua protagonista, Gisele. “Ela é traída e descobre por uma mensagem de celular. Bem típico, né? Quem nunca recebeu um chifre e pegou pelo celular? E ela resolve se vingar desse marido safado. Ela não se separa. Ela se vinga, o que é muito mais divertido do que fazer um barraco e jogar as roupas dele na rua”, disse.

Em comum com a personagem, ela aponta a personalidade. “Sou vingativa nessa questão. Também tenho esse sangue frio, essa destreza e essa vontade louca de experimentar coisas novas. De não ter limites. Acho que sexo não precisa ter limites”, opinou.

Mas nem sempre Geisy, que perdeu a virgindade aos 13 anos, com um namorado bem mais velho, foi tão bem resolvida na cama. “Antes eu tinha muita vergonha de sexo. Depois da minha ninfoplastia, a cirurgia íntima, a minha vida mudou. De todas as cirurgias que eu fiz foi a que me tornou mais feliz”, revelou ela, que contou assistir a vídeos eróticos enquanto escrevia o livro.

A autora diz não temer tratar de tabus. Um dos temas abordados no livro é o shibari, técnica sadomasoquista em que um dos parceiros é imobilizado com cordas. Ela conta que estudou sobre BDSM (Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo) e conversou com adeptos da prática. E, ao publicar em sua rede social uma foto em que aparece amarrada, perdeu 10 mil seguidores. Até por isso ela pretende começar outro projeto, uma página na internet chamada de “Proibidão da Geisy”, com conteúdos polêmicos.

“Acredito que vendemos o Brasil como sendo extremamente liberal e a mulher brasileira como um símbolo de sensualidade, mas, quando se fala de sexo no Brasil, as pessoas no geral são muito reprimidas e preconceituosas. Algumas mulheres pensam em sexo como reprodução. É como se o sexo fosse só papai e mamãe. As pessoas limitam o sexo de maneira tão cruel. Como se fosse algo banal. Sexo para mim é uma arte”, afirmou.