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GDPNow prevê alta de 11,9% do PIB dos EUA no 3º trimestre

Lucas de Vitta
·2 minuto de leitura

O ritmo da retomada, porém, é ameaçado pelo avanço da covid-19 em algumas áreas do país Após registrar a pior queda da história no segundo trimestre, a economia dos Estados Unidos pode crescer a uma taxa anualizada de 11,9% entre julho e setembro. É o que aponta uma estimativa do GDPNow, ferramenta do Federal Reserve de Atlanta para projetar a evolução do PIB do país em tempo real. O ritmo da retomada, porém, é ameaçado pelo avanço da covid-19 em algumas áreas do país. As estimativas iniciais do GDPNow para o terceiro trimestre foram publicadas após a contração recorde sofrida pela economia dos EUA entre abril e junho. Segundo o Departamento de Comércio, o PIB caiu a uma taxa anualizada de 32,9%. Em relação ao primeiro trimestre, houve recuo de 9,5%. Os dados são os piores da série histórica, que começou em 1947. Na última projeção sobre o desempenho da economia americana no segundo trimestre, publicada há dois dias, o GDPNow previa um recuo do PIB de 33,7% — 0,8 ponto percentual acima dos dados divulgados oficialmente na quinta-feira (30). Os números do Departamento de Comércio são preliminares e ainda serão revisados. A previsão de crescimento de 11,9% no terceiro trimestre depende do recuo da covid-19 em importantes Estados do sul e do oeste dos EUA, como Flórida, Califórnia e Texas. Os três já ultrapassaram Nova York, primeiro epicentro da pandemia no país, no número de casos confirmados da doença. A alta nos contágios fez com que vários governadores adotassem novas medidas restritivas ou adiassem planos de reabertura da economia, elevando a incerteza sobre o ritmo da recuperação. Dados divulgados nesta sexta (31) pelo Departamento de Comércio mostram que a renda pessoal dos americanos caiu 1,1% em junho, além das expectativas do mercado, de queda de 0,7%, e os gastos pessoais cresceram 5,6% no período, superando as projeções dos economistas, que esperavam uma alta de 5%. Em relatório, o Departamento do Comércio disse que a queda acima do esperado na renda pessoal ocorreu porque houve um volume menor de repasses de benefícios sociais federais na comparação com maio. Contudo, parte da queda foi compensada pela reabertura gradual da economia em junho, o que já foi parcialmente revertida em alguns Estados por causa do aumento dos casos de covid-19. Parte dos pagamentos feitos pelo governo americano por meio de programas de estímulo também estão sob risco. Sem acordo entre republicanos e democratas sobre um novo pacote de estímulos à economia, milhões de desempregados ficarão, ao menos provisoriamente, sem um auxílio emergencial de US$ 600 concedido durante a crise. O prazo para que o programa fosse renovado terminou hoje, enquanto integrantes dos dois partidos e a Casa Branca trocam acusações sobre quem são os responsáveis pelo fim do benefício. As negociações devem continuar no fim de semana, mas um acordo ainda está distante.