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Gastos dos consumidores dos EUA ficam abaixo do esperado em julho, inflação desacelera

Mercado em Washington

WASHINGTON (Reuters) - Os gastos dos consumidores norte-americanos tiveram leve alta em julho, mas a inflação diminuiu consideravelmente, o que poderia dar ao Federal Reserve espaço para reduzir seus aumentos agressivos dos juros.

Os gastos dos consumidores, que representam mais de dois terços da atividade econômica dos EUA, subiram 0,1% no mês passado, disse o Departamento de Comércio nesta sexta-feira.

Os dados de junho foram revisados ligeiramente para baixo para mostrar avanço de 1,0%, em vez de 1,1% como relatado anteriormente.

Economistas consultados pela Reuters projetavam aumento de 0,4%.

O preço médio nacional da gasolina caiu para cerca de 4,27 dólares por galão na última semana de julho, depois de atingir um recorde histórico pouco acima de 5 dólares em meados de junho, de acordo com dados da Associação Automobilística Americana (AAA). Isso provavelmente liberou dinheiro para gastos em outros lugares.

Os preços de vestuário e serviços como viagens aéreas e hospedagem também diminuíram em julho, reduzindo a inflação.

Um ritmo moderado de gastos do consumidor no segundo trimestre ajudou a amenizar o impacto sobre a economia de uma forte desaceleração no acúmulo de estoques causada por gargalos na cadeia de oferta.

O Produto Interno Bruto contraiu a uma taxa anualizada de 0,6% no último trimestre, após ter diminuído a um ritmo de 1,6% no primeiro trimestre.

A economia, no entanto, não está em recessão. Quando medida pelo lado da renda, a economia cresceu a um ritmo de 1,4%, de 1,8% do trimestre de janeiro a março, informou o governo na quinta-feira.

Os riscos de uma retração permanecem conforme o Federal Reserve aperta agressivamente a política monetária para controlar a inflação. Há, entretanto, um otimismo cauteloso de que o banco central dos EUA poderá desacelerar o ritmo de seu aumento de juros se a inflação continuar a se moderar.

O índice PCE de inflação recuou 0,1% no mês passado, após subir 1,0% em junho. Nos 12 meses até julho, o PCE acumula alta de 6,3%, de 6,8% em junho.

Excluindo os componentes voláteis de alimentos e energia, o núcleo do PCE avançou 0,1% depois de ter subido 0,6% em junho. Na base anual, o núcleo teve alta de 4,6% julho, depois de subir 4,8% em junho.

As autoridades do Fed estão observando de perto os índices de preços PCE, além do índice de preços ao consumidor. Embora os preços do petróleo tenham caído significativamente, os custos de aluguel permaneceram elevados, deixando alguns economistas hesitantes em declarar que a inflação atingiu um pico.

(Reportagem de Lucia Mutikani)