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Gasolina e gás de cozinha ficam mais caros a partir deste sábado

·2 minuto de leitura
Vista geral de um posto de combustível Petrobras
Petrobras aumentou novamente preço da gasolina e do gás de cozinha (Photo EVARISTO SA/AFP via Getty Images)
  • Gasolina e gás de cozinha ficam mais caros a partir deste sábado

  • Petrobras elevou os preços em mais de 7%

  • Até o momento, demais combustíveis não tiveram reajuste anunciado pela estatal

A gasolina e o gás de cozinha ficam mais caros para as distribuidoras a partir deste sábado (9), em 7,2%.

A Petrobras reajustou a gasolina vendida às refinarias de R$ 2,78 para R$ 2,98 por litro. No caso do GLP, o preço passa de R$ 3,60 para R$ 3,86 por Kg, o equivalente a R$ 50,15 por botijão de 13kg, um reajuste médio de R$ 0,26 por kg. Respectivamente, os combustíveis terão os custos elevados em 7,22% e 7,19%.

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A parcela da Petrobras no preço da gasolina na bomba passa a ser de R$ 2,18 por litro em média, o que corresponde a um aumento de R$ 0,15 por litro, considerando a mistura obrigatória de 27% de etanol anidro e 73% de gasolina A para a composição da gasolina comercializada nos postos.

Até o momento, a companhia não anunciou reajuste nos preços dos demais combustíveis. No final de setembro, a estatal reajustou o preço do diesel em 8,89%, após 85 dias de preços estáveis para o combustível.

De acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) divulgado na sexta-feira (8) pelo IBGE, no acumulado nos últimos 12 meses até setembro, a gasolina subiu 39,6% no país e o gás de botijão aumentou 34,67%.

Justificativa

A Petrobras justificou que aplica o reajuste sobre o GLP "após 95 dias com preços estáveis, nos quais a empresa evitou o repasse imediato para os preços internos da volatilidade externa causada por eventos conjunturais”. Para a gasolina A, o período de estabilidade foi de 58 dias, segundo a estatal.

De acordo com a empresa, a elevação reflete os patamares internacionais de preços de petróleo, "impactados pela oferta limitada frente ao crescimento da demanda mundial", e a taxa de câmbio, "dado o fortalecimento do dólar em âmbito global".

A alegação da Petrobras é de que esses ajustes "são importantes para garantir que o mercado siga sendo suprido em bases econômicas e sem riscos de desabastecimento pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras".

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