Mercado fechado
  • BOVESPA

    110.036,79
    +2.372,79 (+2,20%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    44.626,80
    -475,80 (-1,05%)
     
  • PETROLEO CRU

    79,74
    +0,25 (+0,31%)
     
  • OURO

    1.668,30
    -3,70 (-0,22%)
     
  • BTC-USD

    19.177,83
    -122,25 (-0,63%)
     
  • CMC Crypto 200

    443,49
    +0,06 (+0,01%)
     
  • S&P500

    3.585,62
    -54,85 (-1,51%)
     
  • DOW JONES

    28.725,51
    -500,09 (-1,71%)
     
  • FTSE

    6.893,81
    +12,22 (+0,18%)
     
  • HANG SENG

    17.222,83
    +56,93 (+0,33%)
     
  • NIKKEI

    25.937,21
    -484,89 (-1,84%)
     
  • NASDAQ

    11.058,25
    +22,75 (+0,21%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,3040
    +0,0060 (+0,11%)
     

Gasoduto entre França e Espanha não é prioridade, diz ministro da Economia francês

A construção de um gasoduto entre a França e a Espanha não é uma prioridade para o governo francês, que considera os desafios energéticos antes do inverno mais urgentes, disse neste sábado (3) o ministro da Economia francês, Bruno Le Maire.

"O desafio de curto prazo é ter mais gás, mais eletricidade que vem de outros países do que a Rússia (...) Não tenho certeza de que um novo gasoduto possa nos ajudar no inverno", disse ele a repórteres em Cernobbio , no norte da Itália, à margem do fórum econômico The European House - Ambrosetti.

O chanceler alemão Olaf Scholz reiterou na terça-feira seu apoio à construção de um gasoduto através dos Pirineus para "melhorar as interligações da rede de gás" na Europa, em meio a uma crise energética devido à invasão russa da Ucrânia.

O projeto, batizado de Midcat - abreviação de Midi (sul da França) e Catalunha (nordeste da Espanha), as duas regiões que conectaria - permitiria à Espanha, mas também a Portugal, transportar gás, na forma de GNL (gás natural liquefeito ) vindos dos Estados Unidos ou do Catar, para a Europa Central, através da França.

O projeto, lançado em 2013, foi abandonado em 2019 devido ao seu impacto ambiental e baixo interesse econômico, mas a guerra na Ucrânia e as ameaças russas de interromper o fornecimento de gás à UE trouxeram a questão de volta à mesa.

"O desafio agora, para o mundo inteiro, para a Itália, Alemanha e França, é passar pelo próximo inverno sem afetar muito nossa economia e nossos lares", insistiu Le Maire.

"Antes de pensar em um investimento de longo prazo, vamos nos concentrar nos desafios que teremos que enfrentar no próximo inverno", ressaltou.

"Eletricidade e hidrogênio me parecem mais promissores do que um novo gasoduto, porque queremos apostar na energia descarbonizada", explicou.

bh/ljm/sag/pc/aa