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A “gamificação” dos criptoativos

·3 minuto de leitura

Tecnicamente, quando nos referimos ao termo aplicado junto à educação, a “tradução” mais correta seria “ludificação”, mas no caso dos criptos a terminologia vai se mantendo mesmo mais próxima do original em inglês com a expansão dos jogos virtuais baseados em blockchains.

Os jogos em questão se baseiam na criação de NFT’s (Non-Fungible Tokens), que, em resumo, se refere à um processamento que garante a autenticidade e a exclusividade do ativo gerado, validando sua posse a quem o originou.

Por meio da plataforma do jogo, os seus jogadores competem, interagem e negociam por itens que auxiliarão na geração desses tokens únicos. Após a geração e a confirmação de posse do usuário, o próprio ecossistema do game, somado das movimentações de seus jogadores e do mercado de cripto em si, é capaz de estabelecer um valor para os ativos gerados.

Prós e contras durante a concretização do mercado

Estes aliás são os aspectos que atraem cada vez mais pessoas para os jogos para este tipo de cenário. A possibilidade de obter ativos de valor substancial enquanto joga, ainda com a segurança de que o tempo e o esforço empregado na plataforma não correm risco de simplesmente sumirem de suas mãos (por conta do registro imutável de cada NFT nas blockchains) não só aguça ainda mais o interesse social dos criptoativos, como também aproxima o público de conceitos desse mercado que podem ser amadurecidos futuramente.

Mas é importante apontar também que existem algumas desvantagens sobretudo para quem procura novos jogos deste perfil para investir de maneira mais agressiva.

Primeiramente, por conta da própria natureza especulativa criada em torno das plataformas, baseando os preços em expectativas de que outros usuários estarão dispostos a pagar um preço acima do pago inicialmente. Games que estejam em ascensão podem atrair muitos novos jogadores de uma vez que, por sua vez, podem inundar o mercado interno com novos ativos (mesmo que variados).

Em segundo lugar, jogadores/investidores mais desatentos ou desinformados das características de NFT’s podem ter problemas com cópias. Assim como obras de arte e artigos de colecionador, pessoas mal-intencionadas podem tentar negociar cópias e similares de tokens, a depender da disponibilidade de condições dentro do jogo para que a “receita” que originou o original possa se repetir. Entretanto, com um pouco de atenção ao sistema e (Se necessário) à blockchain, não é difícil evitar esse tipo de problema.

Exemplos de jogos baseados em NFT’s

Kryptokitties – Um dos primeiros jogos em blockchain desenvolvidos (2017) e pioneiro em sucesso de projeto e adesão, dá ao jogador o simples objetivo de gerar novos gatinhos virtuais ao mesclar itens do jogo. Apesar de já ter passado pelo seu período de auge, segue ainda em 2021 com movimentações diárias de vendas na casa dos US$ 30 mil.

Axie Infinity – Atual sensação do mercado, também se baseia na obtenção de novas criaturas que podem ser exclusivas. Entretanto, ao contrário de Kryptokitties, os bichinhos gerados se aproximam mais aos icônicos Pokémons, uma vez que cada um deles tem habilidades únicas para serem postos em batalhas.

Baseado na blockchain da Ethereum, as criaturas (chamados axies) são compradas por tokens que se encontram na faixa dos US$65, com os monstros menos raros custando fragmentos destas moedas, enquanto mais fortes e exclusivos podem ser vendidos por centenas destes ativos.

Guild of Guardians – Talvez o mais elaborado dos jogos baseados em NFT’s feitos ou em desenvolvimento até aqui, sendo o que chega mais próximo de um grande título do mundo dos games, contando até com gráficos 3D. O foco do jogo PvE (Player vs Enemies) será de juntar heróis com diferentes habilidades e vencer os inimigos para passar de fase.

A moeda utilizada no jogo está custando US$ 0,05, com seu pré-lançamento já contando com mais de 130 mil pessoas na sua lista de espera. A previsão é de que o game seja lançado no início de 2022.

This article was originally posted on FX Empire

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