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Galaxy Z Fold 3 é testado para queda, mergulho e desgaste com S-Pen

·2 minuto de leitura

A cada nova geração de smartphones dobráveis, a Samsung aprimora não apenas o conjunto de especificações técnicas, mas também o design do produto, para ser menos frágil. Com o Galaxy Z Fold 3 vimos, pela primeira vez, certificação IPX8 na linha. Assim, em teoria, ele pode sobreviver a mergulhos de até 30 minutos em até 1,5 metro de profundidade em água doce.

A sul-coreana também destacou novas proteções para as telas, incluindo Gorilla Glass Victus no display externo e um novo filme protetivo para o painel dobrável interno. Mas, na prática, como o Galaxy Z Fold 3 se sai em testes de desgaste?

Esse pensamento motivou a criação de verdadeiras provas de resistência para o smartphone dobrável, a começar por uma simulação de queda. Com o display interno virado para baixo, o Galaxy Z Fold 3 foi largado da altura de 1,8 metro — o que visa projetar um acidente na altura do usuário. Após duas tentativas, o celular da Samsung sobreviveu. Mas com sequelas: danos no corpo do celular ficaram visíveis, e mesmo alguns pixels morreram no processo.

Quando o celular cai com seu display externo virado para baixo, o dano é pior: a proteção Gorilla Glass Victus de nada adianta e o painel fica estilhaçado. Mas ainda é possível utilizar o touchscreen. O menos pior desse resultado é que, oficialmente, a troca da tela externa custa 1/3 da substituição do painel interno na rede autorizada da fabricante.

No teste de mergulho, o Galaxy Z Fold 3 entrega o que promete: funcionamento perfeito mesmo após 30 minutos submerso em uma profundidade máxima de 1,5 metro. É um avanço com o qual o Galaxy Fold original jamais poderia sonhar. Mas no teste de estresse da tela com uma S-Pen, os resultados são mistos.

S-Pen pode desgastar a tela — ou não

Este é um teste ainda em andamento e visa antecipar o desgaste do display interno do Galaxy Z Fold 3. Ele é o primeiro da família compatível com a S-Pen, e muitos estão curiosos desde esta confirmação para saberem o que a canetinha digital pode causar ao revestimento plástico da tela flexível.

A má notícia é que, sim, ela parece causar desgaste a longo prazo na tela. A boa é que o método do teste é bastante robótico e consiste em desenhar um círculo 16 mil vezes no smartphone. Não é o melhor parâmetro para essa simulação, principalmente porque consiste em executar o desenho exatamente na mesma região em todos os ciclos. No dia a dia, será virtualmente impossível o usuário repetir a façanha ao usar apps de edição, escrita e arte.

Confirmado para o Brasil, o Galaxy Z Fold 3 chegará ao lado do Galaxy Z Flip 3 em algum momento do segundo semestre. Preços não foram anunciados, mas com a primeira geração chegando a R$ 13 mil e a segunda a R$ 14 mil, os interessados precisam se preparar desde já.

Fonte: Canaltech

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