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Gabinete paralelo cometeu 'crime de epidemia na modalidade culposa’, diz relatório da CPI da Covid

·1 min de leitura

BRASÍLIA — O relatório final da CPI da Covid, apresentado nesta quarta-feira pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), propõe indiciar os integrantes do chamado “gabinete paralelo” do governo federal: a oncologista e imunologista Nise Yamaguchi, o deputado federal Osmar Terra (MDB-RS), o ex-assessor especial da Presidência Arthur Weintraub, o empresário Carlos Wizard e o virologista Paolo Zanotto por “crime de epidemia na modalidade culposa”.

Leia aqui a ÍNTEGRA DO RELATÓRIO FINAL DA CPI DA COVID.

Os cinco formariam uma espécie de equipe de assessoramento paralelo do governo federal, especialmente ao presidente Jair Bolsonaro, nas decisões em torno da gestão da pandemia. Entre elas, estão a defesa do kit Covid, com medicamentos ineficazes contra o coronavírus, e da tese da imunidade de rebanho por contágio.

“As ações e o discurso do Presidente influenciaram o comportamento de milhões de brasileiros desde março de 2020. Os integrantes do gabinete paralelo tinham conhecimento do uso que o Presidente estava fazendo das informações fornecidas e, ainda assim, o assessoramento prosseguiu por todo o ano de 2020 e início de 2021. Parece clara a exigibilidade de conduta diversa (culpabilidade)”, aponta.

Para os senadores, ficou provado, com base nos depoimentos, a existência do grupo e a participação dessas pessoas.

“Por tudo o que foi apurado, portanto, esta Comissão restou convencida da existência de um gabinete paralelo, formado por técnicos que não integram o Ministério da Saúde, com grande influência sobre as opiniões do Presidente da República e consequentemente sobre a condução do governo federal durante a pandemia”, destaca o relatório.

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