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G7 deve apoiar emissão de novos SDRs pelo FMI, dizem fontes

Leigh Thomas e Andrea Shalal
·1 minuto de leitura
Logo do Fundo Monetário Internacional (FMI). 04/09.2018. REUTERS/Yuri Gripas.

Por Leigh Thomas e Andrea Shalal

PARIS (Reuters) - Os ministros das Finanças do G7 provavelmente vão apoiar uma nova alocação da moeda própria do Fundo Monetário Internacional (FMI) --os chamados Direitos Especiais de Saque (SDRs, na sigla em inglês)-- em uma reunião online na sexta-feira, com o objetivo de ajudar países de baixa renda, disseram fontes.

Uma nova emissão é semelhante a quando um banco central imprime dinheiro. Novos SDRs fornecem a cada membro do FMI mais reservas para saque na proporção de sua participação no Fundo.

Autoridades dos Estados Unidos, os maiores acionistas do FMI, sinalizaram que estão abertos a uma nova emissão de 500 bilhões de dólares, afirmaram as fontes --em uma clara mudança de posição com o governo sob a liderança de Joe Biden.

"Esperamos que a reunião do G7 da sexta-feira tome decisões sobre iniciativas importantes e, para a França, a questão é uma nova alocação de Direitos Especiais de Saque do FMI", disse uma fonte do Ministério francês das Finanças.

Um consenso entre os países desenvolvidos do G7 abriria caminho para um acordo mais amplo entre nações do G20 no mês que vem, o que poderia, por sua vez, preparar o terreno para uma decisão formal na reunião anual de primavera do FMI, em abril.

Duas fontes familiarizadas com o assunto disseram que a secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen, não emitiu opinião clara sobre o assunto.