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G-7 deve estender moratória da dívida para países pobres: Fontes

Alonso Soto, Alessandra Migliaccio e William Horobin
·2 minutos de leitura

(Bloomberg) -- O Grupo dos Sete deve concordar em apoiar a extensão da suspensão dos pagamentos de dívidas dos países mais pobres do mundo abalados pela pandemia de coronavírus, segundo pessoas a par das discussões.

O apoio do grupo de economias industrializadas, cujos ministros das Finanças se reúnem na sexta-feira, sinaliza consenso no G-20, que inclui potências emergentes como China e Brasil. Em abril, o grupo anunciou uma suspensão do serviço da dívida de oito meses para ajudar mais de 70 países. A França tem apoiado publicamente a oferta de mais alívio.

Ministros das Finanças do G-20 devem decidir em outubro sobre o período da extensão e como incluir credores privados, que relutam em aderir à moratória. Até agora, 42 países solicitaram alívio da dívida bilateral, e a maioria se absteve de pedir moratória de credores privados por receio de serem excluídos dos mercados de dívida.

A Zâmbia se destacou como a grande exceção nesta semana, depois de pedir a credores de títulos que renunciassem a quase US$ 120 milhões em pagamentos, o que aumentou o temor de uma onda de inadimplência no continente.

O Fundo Monetário Internacional disse que fará pressão para que credores privados façam parte da moratória com o objetivo de dar um respiro significativo a países atingidos pelos baixos preços das commodities e fuga de capital. O presidente do Banco Mundial, David Malpass, também fez um apelo para que credores privados ofereçam alívio.

Qualquer pressão para envolver credores privados levaria tomadores de empréstimos ao default e afetaria os mercados financeiros, escreveu o Instituto de Finanças Internacionais, que representa bancos e instituições financeiras, em carta ao G-20 na terça-feira. O instituto disse que uma abordagem caso a caso com foco na dívida sustentável deve ser o próximo passo para o alívio.

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