Mercado fechado
  • BOVESPA

    113.707,76
    +195,38 (+0,17%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.734,04
    -67,64 (-0,14%)
     
  • PETROLEO CRU

    87,56
    -0,55 (-0,62%)
     
  • OURO

    1.779,30
    +2,60 (+0,15%)
     
  • BTC-USD

    23.411,00
    -550,67 (-2,30%)
     
  • CMC Crypto 200

    555,72
    -17,10 (-2,98%)
     
  • S&P500

    4.274,04
    -31,16 (-0,72%)
     
  • DOW JONES

    33.980,32
    -171,68 (-0,50%)
     
  • FTSE

    7.515,75
    -20,31 (-0,27%)
     
  • HANG SENG

    19.922,45
    +91,93 (+0,46%)
     
  • NIKKEI

    28.974,42
    -248,35 (-0,85%)
     
  • NASDAQ

    13.447,75
    -45,50 (-0,34%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,2638
    +0,0046 (+0,09%)
     

Futuro dos shoppings: setor acredita em fusão do presencial com digital

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
·3 min de leitura
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Quando a pandemia do novo coronavírus teve início no Brasil no mês de março, os shoppings centers foram imediatamente fechados. Com o plano de retomada em vários Estados, os espaços estão começando a abrir com novos protocolos de segurança. Mas ainda se especula sobre os reflexos do lockdown neste tipo de estabelecimento e até a experiência de compras dos consumidores.

Baixe o app do Yahoo Mail em menos de 1 min e receba todos os seus emails em 1 só lugar

Siga o Yahoo Finanças no Google News

Para discutir sobre o novo futuro dos centros de compras, um dos painéis da Expert XP 2020 reuniu Leonardo Ferreira, Diretor-executivo da BR Malls, e Marcelo Miranda, VP Comercial e de Marketing da rede Iguatemi, para falar sobre as tendências nesses espaços.

Leia também

Experiência online durante e pós-pandemia

Focar nas experiências digitais já estavam no planejamento estratégico da BR Malls e da rede Iguatemi, mas a pandemia sem dúvida acelerou esse processo.

No caso do Iguatemi, eles tinham lançado o Iguatemi 365, o e-commerce do grupo, no ano passado, mas ainda estavam em fase de implementação. “Com a pandemia, começamos a atender outras capitais e hoje estamos com mais de 14 mil produtos e 250 marcas cadastradas. Também focamos em lives com conteúdos sobre música, moda, gastronomia e cultura para os nossos clientes. Ao todo, foram mais de 800. Assim, não perdemos o ponto de contato com o cliente por conta da pandemia”, afirma Miranda.

Já na BR Malls, até o final do mês eles terão lançado sete marketplaces e até o fim do ano a ideia é que todos os shoppings da rede ofereçam essa experiência ao consumidor. “A ideia é que eles tenham entrega no mesmo dia ou na hora. Queremos levar o shopping para a casa do consumidor para que ele também possa consumir fora do espaço, verificar se tem o produto que ele quer em estoque e planejar melhor a visita”, afirma Ferreira.

Todos concordam que a tecnologia veio para ficar e que ela virá complementar a experiência no shopping presencial, seja ao facilitar no pagamento ou ajudar no dia a dia. “Afinal, tem hora que o consumidor quer comprar algo pontual e pode usar os meios digitais para isso e, em outros momentos, ele vai querer passear e descobrir novas marcas, experimentar um novo restaurante. O meio físico e o digital se complementam”, finaliza Miranda.

Clientes empolgados com o retorno

Tanto Ferreira quanto Miranda destacaram as rápidas ações implementadas por conta da pandemia. “Vivemos uma semana de cada vez, priorizando a saúde dos nossos clientes, parceiros lojistas e também dos funcionários. Mas, ao mesmo tempo, tivemos que olhar o fluxo de caixa. Abrimos mão da receita de aluguel e redução de condomínio até porque tínhamos o foco de preservar nossos parceiros”, diz vice-presidente da rede Iguatemi.

Foram implementados uma série de novos protocolos sanitários, de limpeza e cuidados para a reabertura. E, de acordo com Ferreira, essas mudanças fizeram com que as pessoas se sentissem seguras para visitar os espaços.

“Reabrimos com 40% da capacidade e em alguns dias tivemos que fechar por termos alcançado a capacidade máxima. As pessoas estão ávidas para voltar as atividades normais e aos shoppings. É uma notícia animadora para a economia, para o nosso setor e também para os lojistas”, diz o diretor-executivo da BR Malls.

Ainda que pesquisas apontem que os consumidores estão passando menos tempo no shopping, eles não acreditam que esse comportamento será o “novo normal”. “Tem mais a ver com o fato de que as opções de alimentação ainda não estão disponíveis. Quando temos a oferta gastronômica, o tempo de permanência começa a aumentar. Para as pessoas, o shopping é um passeio, é entretenimento. Foi-se o tempo onde era só consumo”, fala Ferreira.

Siga o Yahoo Finanças no Instagram, Facebook, Twitter e YouTube e aproveite para se logar e deixar aqui abaixo o seu comentário.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos