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Fusões e aquisições já somam US$63 bi na América do Norte no mês

(Bloomberg) -- O mês de agosto é marcado por um surpreendente aumento dos acordos de fusões e aquisições, impulsionados pela valorização dos índices acionários e mercados mais estáveis nos Estados Unidos.

Já foram anunciados US$ 63 bilhões em transações na América do Norte, o maior valor na comparação mensal desde novembro, e acima dos US$ 52 bilhões em acordos fechados em todo o mês de julho, segundo dados compilados pela Bloomberg. Entre as 613 transações que chamam a atenção neste mês de verão tradicionalmente apático no hemisfério norte, está o plano da Vista Equity Partners de comprar a provedora de software de gestão tributária Avalara por US$ 7,8 bilhões.

Uma pesquisa sobre fusões e aquisições realizada em julho listou a volatilidade do mercado acionário e problemas de financiamento como duas grandes causas para o adiamento ou desistência de transações pendentes. Especialistas em arbitragem de fusões dizem que a valorização das bolsas iniciada em julho e a relativa estabilidade em todos os mercados agora levam os acordos adiante.

O S&P 500 subiu 9,1% em julho e acumula alta de 1,9% este mês, enquanto o índice de volatilidade Cboe, um indicador do nível de preocupação em Wall Street, caiu abaixo do patamar-chave de US$ 20 no início da semana, antes de reverter ligeiramente.

“Especialmente para empresas de private equity, o único propósito do dinheiro delas é fazer aquisições, e esse dinheiro não tem vida útil ilimitada”, disse em entrevista Roy Behren, codiretor de investimentos da Westchester Capital Management. “No caso de entrarmos em recessão, as companhias precisarão continuar a aumentar suas receitas, e fazer aquisições pode ajudar a atingir esse objetivo. Ou se acabarmos em um pouso suave, as empresas também querem estar preparadas para isso.”

Mas Sienna Mori, estrategista do Goldman Sachs, escreveu em relatório esta semana que o mercado tem mostrado resiliência, sugerindo que as empresas continuam focadas em fortalecer e diversificar seu mix de negócios para resistir a choques econômicos.

A Pfizer, por exemplo, anunciou neste mês a aquisição da Global Blood Therapeutic, enquanto um grupo de investidores liderado pela Apollo Global Management fez uma oferta pela Atlas Air Worldwide. Cada acordo é avaliado em US$ 4,6 bilhões, segundo dados da Bloomberg.

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