Mercado fechado
  • BOVESPA

    112.764,26
    +3.046,32 (+2,78%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.853,37
    +392,82 (+0,81%)
     
  • PETROLEO CRU

    91,88
    -2,46 (-2,61%)
     
  • OURO

    1.818,90
    +11,70 (+0,65%)
     
  • BTC-USD

    24.562,23
    +604,43 (+2,52%)
     
  • CMC Crypto 200

    574,64
    +3,36 (+0,59%)
     
  • S&P500

    4.280,15
    +72,88 (+1,73%)
     
  • DOW JONES

    33.761,05
    +424,38 (+1,27%)
     
  • FTSE

    7.500,89
    +34,98 (+0,47%)
     
  • HANG SENG

    20.175,62
    +93,19 (+0,46%)
     
  • NIKKEI

    28.546,98
    +727,65 (+2,62%)
     
  • NASDAQ

    13.580,00
    +268,75 (+2,02%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,2024
    -0,1213 (-2,28%)
     

Fusões e aquisições crescem 52% no país até novembro

·1 min de leitura
***FOTO DE ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, 17.09.2021 - Cédula de R$ 200,00 (duzentos reais). (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
***FOTO DE ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, 17.09.2021 - Cédula de R$ 200,00 (duzentos reais). (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Foram registradas 150 transações de fusão e aquisição no país em novembro, o que coloca o mês como o terceiro melhor do ano, atrás de outubro e março, segundo a consultoria Duff & Phelps.

O volume acumulado em 11 meses é de 1.455 transações, 52% mais do que no mesmo período de 2020. Na comparação com novembro do ano passado, a alta fica em 23%.

Segundo Alexandre Pierantoni, diretor da consultoria, a expectativa é fechar o ano com pelo menos 1.500 transações, recorde para o país. Ele ressalta que há cinco anos a média anual era de apenas 800 transações.

O movimento de alta nas fusões e aquisições é global —dados da consultoria Dealogic apontam recorde no mundo, com 63% mais transações. Por aqui, colaboraram para o resultado a queda da taxa de juros no primeiro semestre, que estimulou o apetite por risco dos investidores, e a onda de IPOs e follow-ons, analisa Pierantoni. A diversificação dos setores envolvidos nas transações, em vez do usual foco na tecnologia, também ajudou a aumentar os números.

Para o ano que vem, a expectativa é positiva, mas o investidor vai continuar cauteloso, segundo o executivo. "O aumento da taxa de juros, a indefinição sobre a inflação, o déficit do governo e o ambiente eleitoral trazem mais incerteza", afirma.

Também pode ser mais difícil atrair investidores estrangeiros. "O mundo está se recuperando da crise, e o Brasil não está conseguindo acompanhar, por seus problemas internos", diz Pierantoni.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos