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Fungo que afeta plantações de banana coloca Equador em alerta

Stephan Kueffner
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O Equador, o maior exportador de banana do mundo, está em alerta máximo devido ao surto de um fungo no Peru, que é mortal para a fruta.

“Reforçamos praticamente tudo”, disse o ministro da Agricultura, Xavier Lazo, em entrevista após confirmar com o governo do Peru sobre o surto do fungo Fusarium TR4, que causa a devastadora murcha da bananeira, perto da fronteira sul com o Peru.

O Equador está espremido entre dois países na América do Sul que enfrentam a doença incurável da banana. O fungo atingiu a Colômbia pela primeira vez em 2019. O Equador tem plantações a menos de 300 quilômetros da região norte do Peru, onde o fungo foi confirmado em 12 de abril.

Os problemas da banana são apenas mais um exemplo de uma ameaça de abastecimento com a onda de frio que atrasa o plantio de grãos nos Estados Unidos e o clima seco que afeta o milho no Brasil. Tudo isso pode significar preços ainda mais altos dos alimentos quando os custos dos produtos estão aumentando.

No Equador, o ministro Lazo também é produtor de bananas e supervisionou medidas ao longo da fronteira, que incluem a instalação de estações de desinfecção de contêineres nas estradas principais e quatro simulações para treinar funcionários. Ele tem mantido contato frequente com seu homólogo peruano, Federico Tenorio, para coordenar esforços.

“O melhor negócio para o Equador será que o fungo não entre”, disse Lazo, embora autoridades estejam se preparando para uma eventual contenção doméstica.

A banana, maior cultura do Equador, se tornou ainda mais importante para a fragilizada economia do país, que despencou 7,8% no ano passado enquanto lutava contra a pandemia de Covid-19. O país exportou 7,3 milhões de toneladas de bananas no ano passado, um aumento de 5,8% em relação a 2019, para gerar um recorde de US$ 3,7 bilhões, de acordo com Lazo.

O ministro chamou a indústria da banana de “uma cadeia estratégica no país”, que beneficia dois milhões de equatorianos, ou 17% da força de trabalho, ao mesmo tempo que fornece dólares de exportação.

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