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Fungo Negro: Amazonas registra morte por mucormicose e caso é investigado

·1 minuto de leitura

Nesta terça (1º), Manaus confirmou um caso de mucormicose, doença mais conhecida como fungo negro. O paciente, internado no Hospital e Pronto-Socorro Dr. João Lúcio (na Zona Leste) e depois transferido para o hospital da Fundação de Medicina Tropical, era um homem de 56 anos. Embora a confirmação tenha acontecido apenas nesta terça, o caso ocorreu em 12 de abril. No dia 16, o paciente veio a óbito.

A mucormicose é popularmente conhecida como "fungo preto", e mata mais de 50% dos acometidos. Em muitos casos, é preciso retirar cirurgicamente as partes do corpo afetadas pelo micro-organismo, como os olhos, por exemplo. Na Índia, essa infecção já acometeu quase 9 mil pacientes com COVID-19. Acredita-se que a relação esteja na diminuição da imunidade.

No caso de Manaus, o paciente apresentou sintomas de gripe, mas o teste RT-PCR deu negativo para COVID-19. O homem então apresentou sensação incômoda e coceira no olho direito, que avançou para uma infecção. A Fundação de Medicina Tropical fez um exame de cultura do material colhido do paciente e confirmou a presença do agente da subespécie Rizhopus ssp, compatível com a mucormicose.

De acordo com a faculdade, após a confirmação, o material foi enviado para o laboratório da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para investigação do caso. Também foi emitido um alerta para os médicos que atendem pacientes com COVID-19 e diabetes.

Fonte: Canaltech

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