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Fundos de criptomoedas no Brasil alcançam R$ 2,7 bilhões em aplicações

·2 minuto de leitura
Chuva de Bitcoin e Bandeira do Brasil
Chuva de Bitcoin e Bandeira do Brasil

Os fundos de investimentos em criptomoedas no Brasil já alcançaram R$ 2,7 bilhões em aplicações de clientes, com o montante sob a gestão de várias empresas.

Vale lembrar que há três anos a regulação dos fundos de criptomoedas foi aprovada no Brasil, deixando o mercado aberto para que empresas interessadas em oferecer esses serviços começarem a trabalhar.

Para efeitos de ilustração do avanço deste setor no Brasil, apenas em 2021, em comparação com 2020, o valor alocado nestes fundos de criptomoedas subiu 12 vezes.

Nos últimos meses, o Bitcoin registrou uma intensa valorização, o que pode ter levado investidores a experimentar o setor, mesmo que indiretamente.

Com aumento pela procura de fundos de investimentos em criptomoedas no Brasil, quase R$ 3 bilhões estão sob gestão

De acordo com informações do R7, os investidores seguem buscando aportar mais no setor de criptomoeda, com o número de empresas trabalhando com fundos de investimentos no setor duplicando no último ano.

A data 19 de setembro marca o dia em que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no Brasil liberou que fundos investissem indiretamente em criptomoedas e Bitcoin. Ou seja, essas empresas podem investir em produtos do mercado, mas não em moedas diretamente.

Essa situação também marca um importante movimento para que a regulação do Bitcoin começasse a ganhar um pouco mais de entendimento no país. Além dessa, a Receita Federal já disciplina a obrigatoriedade de se entregar informações sobre investimentos em qualquer criptomoeda.

Sobre os ativos, atualmente o Brasil tem 19 fundos de criptomoedas disponíveis para aplicações, o dobro do último ano. Nesses estão inscritos cerca de 185 mil pessoas, que já aportaram R$ 2,7 bilhões até os últimos dias.

Mesmo assim, a maior parte dos aportes é realizada por investidores qualificados, visto que os pequenos estão limitados a investir em renda variável no investidor, como são consideradas as criptomoedas. Dessa forma, os quatro fundos que atendem esse mercado devem colocar 80% do produto em renda fixa e no máximo 20% em produtos de criptomoedas.

Já os 12 fundos que atendem investidores qualificados, que investem acima de R$ 1 milhão, são os principais a captar recursos hoje. Outros 3 fundos atendem apenas os investidores profissionais, que além de terem menos opções registram o menor volume deste mercado regulado.

No futuro, empreendedores do setor aguardam novidades, visto que há um sandbox de inovações que pode ser promissor ao setor.

Além disso, com a B3 de olho nos ETFs, que fizeram sucesso após suas listagens em 2021, o mercado de criptomoedas envolto em produtos começa a despertar mais atenções de investidores e empresários do mercado tradicional.

Fonte: Livecoins

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