Mercado fechado
  • BOVESPA

    101.259,75
    -658,25 (-0,65%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    38.707,72
    +55,52 (+0,14%)
     
  • PETROLEO CRU

    39,78
    -0,07 (-0,18%)
     
  • OURO

    1.903,40
    -1,80 (-0,09%)
     
  • BTC-USD

    13.041,89
    +24,36 (+0,19%)
     
  • CMC Crypto 200

    260,05
    -1,40 (-0,54%)
     
  • S&P500

    3.465,39
    +11,90 (+0,34%)
     
  • DOW JONES

    28.335,57
    -28,13 (-0,10%)
     
  • FTSE

    5.860,28
    +74,63 (+1,29%)
     
  • HANG SENG

    24.918,78
    +132,68 (+0,54%)
     
  • NIKKEI

    23.516,59
    +42,29 (+0,18%)
     
  • NASDAQ

    11.669,25
    +5,75 (+0,05%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6645
    +0,0544 (+0,82%)
     

Fundo soberano da China prepara venda de ativos problemáticos

Bloomberg News
·2 minutos de leitura

(Bloomberg) -- O fundo soberano de US$ 1 trilhão da China colocou no radar uma pilha crescente de investimentos problemáticos, como sua participação na trading de commodities Noble Group, mesmo quando a pandemia de coronavírus dificulta ainda mais a venda de qualquer ativo.

No início do ano, a China Investment Corp. (CIC) criou uma equipe especial liderada pelo diretor-gerente Benjamin Bao em sua unidade de investimento direto para recuperar valor e potencialmente sair de bilhões de dólares em posições que passaram a registrar perdas ao longo dos anos, segundo pessoas com conhecimento do assunto. Os ativos em análise consistem principalmente em empresas de energia e mineração que têm registrado perdas persistentes, disseram as pessoas, que falaram sob anonimato.

A alienação dos chamados ativos distressed faz parte das “atividades normais de gestão de investimentos” da CIC, disse a empresa em comunicado por e-mail. A CIC segue seus princípios como investidor profissional com base no mercado e “tenta o melhor para proteger os interesses comerciais da empresa em todos os aspectos da gestão de investimentos”, disse o comunicado.

Com a recuperação global já em desaceleração e com a venda de ativos de combustíveis fósseis por outros fundos soberanos em meio à pressão por investimentos mais responsáveis, as perspectivas de recuperação de ativos problemáticos pioraram, disseram as pessoas. No ano passado, a CIC “tomou medidas sólidas para se desfazer de ativos distressed”, segundo relatório anual da empresa divulgado no mês passado, sem fornecer detalhes.

Ainda não está claro quais medidas poderiam ser usadas para recuperar o valor dos ativos problemáticos além da venda. Embora a CIC não tenha destinado uma equipe especial para ativos distressed antes, não é a primeira vez que a empresa vende grandes posições. Em 2014, a equipe proprietária do departamento de ações públicas liquidou mais de 20 posições em dois meses, principalmente por meio de operações em bloco.

A CIC gastou bilhões em empresas de commodities nos anos após sua fundação em 2007, aproveitando um boom alimentado em grande parte pelo forte crescimento econômico da China. Entre as aquisições se destacam o acordo de US$ 1,5 bilhão por uma participação de 17% na mineradora canadense Teck Resources em 2009, e a aquisição de uma fatia de 15% da Noble por US$ 850 milhões no final daquele ano. A empresa também esteve entre os investidores que compraram uma participação de US$ 900 milhões na Chesapeake Energy em 2010.

Outro negócio fracassado foi a aquisição, em 2008, de uma participação de US$ 110 milhões na petroleira OGX, que pediu recuperação judicial em 2013, eliminando quase todo o investimento da CIC.

For more articles like this, please visit us at bloomberg.com

Subscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.

©2020 Bloomberg L.P.