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Fundo Quasar de alto rendimento mira Brasil e China

Aline Oyamada
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Um investidor de dívida high yield que teve performance superior a 93% dos pares nos últimos cinco anos está apostando em títulos do Brasil e da China conforme a economia global gradualmente emerge da pandemia do coronavírus.

Nathan Shor, sócio e gerente de portfólio da Quasar International Cap Mgmt, sediada em São Paulo, que administra o fundo de US$ 115 milhões Galloway EM Hard Currency HY Bond Fund, começou a investir novamente no ano passado, após elevar os níveis de caixa no início da pandemia. Mas ele está evitando a dívida de maior risco em países como Argentina, Equador, Líbano e Zâmbia, que se reestruturaram ou deram calote no ano passado.

“Achar taxa alta de high yield é fácil”, disse Shor. “Mas temos que nos concentrar em evitar dores de cabeça.”

Em vez disso, a empresa está apostando em créditos mais seguros em mercados emergentes no Brasil e na China, bem como na Indonésia, México e Colômbia. No ano passado, Shor aumentou de 18% para 32% sua posição no Brasil, onde está comprando notas com cupons altos e classificação de crédito próxima do soberano. Entre seus títulos favoritos, estão os perpétuos da Cosan, que têm cupom de 8,25%, e do Banco do Brasil, que pagam 9%.

Outra aposta é a Vale. Cerca de 20% dos R$ 73 milhões (US$ 14 milhões) do Quasar Latam Bonds Brl FIM CP IE, que superou 90% dos pares neste ano, está investido nas “debêntures participativas” da mineradora. Os títulos pagam um retorno com base em receitas específicas de produção de minério de ferro e Shor calcula que o cupom yield atual é de 9% em dólares, em comparação com um cupom de 3,75% oferecido pelos títulos em dólares de 2030 da empresa. A possibilidade de a empresa recomprar as notas e o BNDES vender sua participação na dívida torna-as ainda mais atraentes, disse ele.

Shor também possui uma exposição de 21% aos títulos de empresas imobiliárias chinesas em seu fundo high yield e diz que a segunda maior economia do mundo lidou bem com o vírus e deve se recuperar mais rápido do que seus pares.

Alguns investidores estão começando a dizer que os títulos de mercados emergentes são caros e estão dispostos a adquirir títulos mais longos para obter melhores retornos, disse Shor. Mas ele está evitando alongar duration, devido ao risco de alta nos Treasuries mais longos. Seu fundo de mercado emergente tem uma duration de 3,6 anos.

“Essa é uma faca de dois gumes”, disse Shor. “Eu prefiro ficar longe.”

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