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Funcionários demitidos da Google tinham salários de até R$ 5,2 milhões

Google: funcionários demitidos teriam salários que chegavam a US$ 1 milhão (zz/STRF/STAR MAX/IPx 2020)
Google: funcionários demitidos teriam salários que chegavam a US$ 1 milhão (zz/STRF/STAR MAX/IPx 2020)
  • Alguns dos demitidos tinham ótimas avaliações de desempenho, afirmaram gerentes da empresa;

  • Google busca forma de cortar custos após ver expectativa de crescimento não se concretizar;

  • Contratamos para uma realidade econômica diferente da que enfrentamos hoje”, disse o CEO da big tech.

Na semana passada o Google realizou a demissão de 12 mil funcionários como forma de cortar custos em meio a uma queda na receita pós-pandemia. Dentre eles havia alguns engenheiros de alto desempenho que possuíam salários anuais na casa do US$ 1 milhão, ou mais de R$ 5 milhões.

O portal The Information obteve informações de gerentes da Google, que pediram para permanecer anônimos, sobre as demissões da última semana. Ao site, eles revelaram que dentre os demitidos estavam funcionários com cargos gerenciais e com ótimas avaliações de desempenho, fazendo com que seus salários ficassem entre US$ 500 mil a US$ 1 milhão (R$ 2,5 milhões a R$ 5,2 milhões) por ano.

De acordo com o site de empregos Indeed, o salário médio das big techs americanas está em US$ 165 mil (R$ 857 mil) por ano. Ou seja, o Google não levou em consideração apenas o desempenho dos trabalhadores na hora de demitir, mas também em como melhor reduzir os custos de sua operação.

“Contratamos para uma realidade econômica diferente da que enfrentamos hoje”, disse Pichai em um e-mail a todos os funcionários na sexta-feira, e assumiu “total responsabilidade pelas decisões que nos trouxeram até aqui”.

Ao Business Insider, publicação especializada em notícias empresariais, um gerente da Google afirmou que nos últimos meses a empresa criou um novo sistema de avaliação de funcionários, chamado de "check-in de suporte", que servia basicamente como uma forma de criar uma mancha "de desempenho em seu registro pessoal".

Ao The Information, um dos gerentes afirmou que o Google pediu para os avaliadores ativamente reduzir as pontuações dos funcionários durante as avaliações de desempenho. O novo sistema teria sido particularmente punitivo para os novos contratos. Um porta-voz do Alphabet Workers Union, sindicato da categoria, afirmou que não houve nenhuma reclamação dos novos funcionários da empresa.