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Funcionários do departamento de Estado dos EUA hackeados com spyware israelense Pegasus

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Funcionários do departamento de Estado dos EUA hackeados com spyware israelense Pegasus
Funcionários do departamento de Estado dos EUA hackeados com spyware israelense Pegasus

Funcionários do Departamento de Estado dos EUA tiveram seus iPhones hackeados. Foram entre nove e 11 pessoas, todas trabalhando em Uganda ou em conjunto com a equipe de Uganda. E o spyware usado para a invasão é o infame Pegasus, infame criação da empresa israelense NSO Group.

Não se faz ideia de quem possa ser o responsável pelo ataque. A NSO afirma que só vende seus programas para organizações governamentais e com a aprovação do governo de Israel. Em tese, não haveria como seu programa ter ido, com sua autorização, parar na mão de hackers atuando contra os EUA.

A empresa também diz que seu spyware não pode ter como alvos números dos Estados Unidos. Neste caso, não faz diferença: os funcionários trabalhavam com números de Uganda.

Spyware pode levar a vexame diplomático israelense

O spyware Pegasus pode transferir dados remotamente de celulares Android ou iOS e pode ligar as câmeras sem o dono saber. Funciona por um ataque de “zero clique”: ele não precisa da colaboração da vítima clicando em links ou instalando apps contaminados. É uma invasão pura.

A NSO diz que vai investigar o que seus clientes estão espionando e se ninguém está abusando do sistema. Segundo eles, o Pegasus é para ser usado contra criminosos e terroristas. Mas tem uma longa lista de casos de abuso: a Anistia Internacional já denunciou a empresa, que atua em 40 países, por violações a direitos humanos.

A empresa é persona non grata nos EUA. Já foi colocada na lista negra do Departamento de Comércio dos EUA, o que impõe várias restrições à empresas americanas de fazerem negócios com ela. A Apple já processou a NSO, e diz que o iOS 15 é à prova de Pegasus.

Via The Washington Post

Imagem: Chim/Shutterstock

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