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Funcionários da Lufthansa fazem paralisação em disputa salarial na Alemanha

Lufthansa

Por Frank Simon e Timm Reichert

FRANKFURT (Reuters) - A equipe de solo da companhia aérea alemã Lufthansa entrou em greve nesta quarta-feira, levando ao cancelamento de mais de mil voos e aumentando as interrupções de viagens durante a movimentada temporada de turismo no verão europeu.

O sindicato Verdi pediu a paralisação, que deve durar até as 6h de quinta-feira (1h no horário de Brasília), em defesa de um aumento salarial de 9,5% para cerca de 20 mil trabalhadores e alertou que mais ações podem estar nos planos.

A Lufthansa disse nesta quarta-feira que foi "um dia triste" para os turistas que não conseguiram pegar seus voos em razão da greve, acrescentando que a paralisação foi desnecessária e desproporcional.

No mês passado, o Verdi exigiu um aumento salarial de 9,5%, ou pelo menos 350 euros a mais por mês por 12 meses, para cerca de 20 mil trabalhadores que, segundo ele, estão sendo pressionados pela inflação e sobrecarregados devido à falta de pessoal nos aeroportos.

A Lufthansa havia oferecido um aumento de 150 euros por mês para o restante deste ano e outros 100 euros a partir do início de 2023, além de um aumento de 2% a partir de meados de 2023, dependendo dos resultados financeiros da empresa.

O sindicato rejeitou a oferta, dizendo que era insuficiente para compensar a alta da inflação, que atingiu 8,2% na Alemanha em junho.

Verdi e Lufthansa realizaram duas rodadas de negociações salariais até agora. Uma terceira está marcada para os dias 3 e 4 de agosto.

"Se a Lufthansa for teimosa na próxima semana e não melhorar sua oferta, consideraremos desdobramentos adicionais em termos de ação industrial. Greves não estão descartadas", disse Marvin Reschinsky, do Verdi.

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