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Funcionário dos EUA diz que China deveria fazer mais para evitar crise da dívida

A "enorme escala" dos empréstimos da China a países em desenvolvimento torna crucial que Pequim faça mais para participar de reestruturações que evitem uma nova crise da dívida internacional, disse nesta terça-feira (20) um alto funcionário do Tesouro dos Estados Unidos.

Em tempos de pós-pandemia, muitos países enfrentam a angústia da dívida, e a China tem demorado ou deixado de participar dos esforços para resolver estas cargas de empréstimo, disse Brent Neiman, conselheiro da Secretaria do Tesouro.

"A China se tornou o maior credor oficial do mundo em 2017, ultrapassando o Banco Mundial, o FMI e todos os credores oficiais do Clube de Paris juntos", destacou.

Os altos empréstimos, o fluxo de recursos de países em desenvolvimento e a robustez do dólar americano, além dos aumentos das taxas de juros, têm aumentado o sofrimento de países devedores, e "estes ingredientes quase asseguram a angústia com a dívida em vários países", disse.

"Não agir sobre estas dívidas implicaria em anos de dificuldades permanentes para o serviço de dívidas e para o investimento, insuficiente e de menor crescimento, nos países de rendas baixa e mediana".

O G20 acordou um "marco comum" de reestruturação da dívida para os países mais pobres, mas até agora apenas três se classificaram.

Neiman pediu a Pequim que adote medidas para acelerar os ajustes, incluindo a criação de uma entidade única para gerir os empréstimos impagáveis e dar mais transparência aos termos e aos montantes dos empréstimos.

hs/bfm/ag/db/mvv