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FTX diz que "transações não autorizadas" drenaram até R$ 3,2 bilhões da exchange

No último sábado (12), a FTX transferiu os fundos dos usuários para carteiras offline após uma onda de “transações não autorizadas” ter drenado centenas de milhões de dólares da exchange de criptomoedas. O conselheiro geral da FTX nos Estados Unidos, Ryne Miller, não confirmou se foi um ataque hacker, mas disse que a empresa fez a mudança visando “mitigar danos”, pois o armazenamento fora da rede ajuda a impedir o acesso de estranhos.

Os fundos sumiram da plataforma após a FTX entrar com um pedido de falência, na sexta-feira (11), afetando a plataforma de negociação nos Estados Unidos, na sua versão global e a Alameda Research — empresa-irmã da FTX quese tornou pivô da crise após publicação de matéria pela CoinDesk.

Não se sabe ao certo quanto dinheiro está faltando, mas os relatos sugerem algo entre US$ 473 milhões (R$ 2,5 bilhões) e US$ 600 milhões (R$ 3,24 bilhões), conforme demonstram os dados da Elliptic e da CoinDesk, respectivamente.

Sam Bankman-Fried, fundador da FTX, renunciou ao cargo de CEO na última sexta-feira. Na tarde de sábado, John Ray, que entrou em seu lugar, disse em um comunicado que a empresa está no processo de remover a funcionalidade de negociação e retirada da plataforma para mover o máximo de ativos digitais possível para uma carteira fria.

“Conforme amplamente divulgado, ocorreu acesso não autorizado a certos ativos”, diz Ray. Ele ainda acrescenta que a FTX está em contato com as autoridades e “reguladores relevantes” para resolver a situação.

Hacker ou fraude?

Um administrador do canal oficial da FTX no Telegram disse em uma mensagem que a exchange foi hackeada e que “todos os fundos parecem ter acabado”. Ele ainda alerta os usuários para não acessar os sites da plataforma e excluir os aplicativos devido à presença de um malware. As plataformas foram retiradas do ar.

No entanto, alguns usuários do Twitter especularam sobre a possibilidade de um membro do círculo interno de Bankman-Fried ter drenado os fundos da bolsa. O detetive de criptomoedas, ZachXBT, afirmou que “vários ex-funcionários da FTX confirmaram para mim que não reconhecem essas transferências”.

Exposição da saúde financeira da FTX causou o colapso

No início do mês, uma reportagem do CoinDesk revelou que grande parte dos ativos da Alameda eram tokens criados pela FTX, ou seja, ativos ilíquidos. A notícia criou uma preocupação geral entre os clientes, que temiam que a empresa não fosse capaz de bancar os seus tokens.

Após o CEO da Binance, Changpeng “CZ” Zhao, anunciar em um tweet que venderia sua posição em FTT, o token nativo da FTX, milhares de outros clientes decidiram vender os ativos e tirar seu dinheiro da plataforma, o que fez com que o valor da moeda caísse. A empresa relatou um déficit de US$ 8 bilhões causado pelo volume de pedidos de saque.

Fonte: Canaltech

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