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Fraude de identidade: veja os Estados que mais sofrem tentativas de crime

As fraudes de identidade, embora não costumem estar entre as prioridades de alertas de segurança para a população, são motivo de grande de preocupação. Isso porque, com os dados ou perfis de usuários em plataformas online, os criminosos podem causar grandes estragos. E é uma prática cada vez mais comum no Brasil, segundo dados de estudo da Serasa Experian.

De acordo com pesquisa da empresa de análise financeira, os brasileiros sofreram 283.051 tentativas de fraude de identidade em novembro de 2022, o que representa 1.315 tentativas a cada um milhão de habitantes. A varredura da Serasa Experian traz interessantes recortes por Estado, o que oferece maior visibilidade sobre atuação dos criminosos.

Embora São Paulo seja o Estado com maior número de tentativas, com 87.117, o Distrito Federal aparece no primeiro lugar quando o cálculo prevê o número de tentativa por milhão de habitantes, com 2.175. O estudo levou em consideração o mês de novembro de 2022. Confira abaixo o ranking:

Tentativas de fraude de identidade por Estado em novembro de 2022 (Imagem: Reprodução/Serasa Experian)
Tentativas de fraude de identidade por Estado em novembro de 2022 (Imagem: Reprodução/Serasa Experian)

Brasil teve mais de 3,6 milhões de tentativas de fraude de identidade entre janeiro e novembro de 2022

No acumulado de janeiro a novembro do ano passado, o Brasil sofreu com mais de 3,6 milhões de tentativas de fraude de identidade — uma a cada 8 segundos. “É um cenário expressivo, por isso, é fundamental que o consumidor tenha muita atenção com seus dados pessoais e as empresas devem investir em soluções de autenticação e prevenção à fraude, além de conscientizar seus clientes divulgando informações e orientações seguras”, diz o gerente executivo de Autenticação e Prevenção à Fraude da Serasa Experian, Rafael Garcia.

Entre os setores mais atacados, o segmento de Bancos e Cartões fica em primeiro lugar, com 2 milhões de tentativas de fraude de identidade. Em segundo lugar estão as Financeiras, com 633 mil, seguido por de Serviços, com 589 mil. Varejo figura em quarto lugar, com 288 mil, e Telefonia em quinto, com 86 mil.

Já com relação à idade, a população com idade entre 36 e 50 anos foi a que mais sofreu tentativas de fraude de identidade, com 1,3 milhão. Em segundo lugar, estão os consumidores de 26 a 35 anos, com 998 mil. Depois aparecem os de 51 a 60 anos, com 509 mil; até 25 anos, com 414 mil, e acima de 60 anos, com 397 mil tentativas.

Como evitar as fraude de identidade?

Abaixo estão dicas dos especialistas da Serasa Experian para consumidores e empresas evitarem ser vítimas de golpistas.

Consumidores

  • Inclua suas informações pessoais e dados de cartão apenas se você confia de que se trata de um ambiente seguro;

  • Desconfie de ofertas com preços muito abaixo do mercado. É comum que os cibercriminosos usem nomes de lojas conhecidas para tentar invadir o seu computador. Eles se valem de e-mails, SMS e réplicas de sites para tentar pegar informações e dados de cartão de crédito, senhas e informações pessoais do comprador;

  • Atenção com links e arquivos compartilhados em grupos de mensagens de redes sociais. Eles podem ser maliciosos e direcionar para páginas não seguras, que contaminem os dispositivos com vírus para funcionarem sem que o usuário perceba;

  • Cadastre suas chaves Pix apenas nos canais oficiais dos bancos, como aplicativo bancário, Internet Banking ou agências;

  • Não forneça senhas ou códigos de acesso fora do site do banco ou do aplicativo;

  • Não faça transferências para amigos ou parentes sem confirmar por ligação ou pessoalmente que realmente se trata da pessoa em questão, pois o contato da pessoa pode ter sido clonado ou falsificado;

  • Monitore o seu CPF com frequência para garantir que não foi vítima de qualquer fraude do Pix.

Empresas

  • Conte com plataformas de pagamento online. A empresa que deseja atuar de forma online, prestando serviços ou vendendo produtos, precisa ter a máxima atenção com os pagamentos. É preciso adotar uma sistemática que alie rapidez no processamento das transações à segurança;

  • Faça a análise de transações mais caras. Outra prática que pode reduzir bastante o risco de fraude online é a análise das compras. Sempre que a empresa se deparar com um pedido de alto valor, por exemplo, é necessário dedicar uma atenção especial, verificando de forma mais detalhada o cliente e os dados informados. Uma forma de garantir a segurança desse tipo de movimentação é realizando um contato prévio por e-mail ou telefone para confirmar dados ou a própria compra. Embora esse tipo de avaliação possa tornar o processo de venda mais longo, ele é essencial para resguardar o seu negócio contra fraudes;

  • Verifique cadastros. Contar com uma base de dados do cliente é essencial para reforçar a segurança de operações online. Nesse quesito, ter acesso a um cadastro atualizado dos consumidores, no qual é possível checar a veracidade das informações fornecidas no momento de uma compra, por exemplo, é outra estratégia para reduzir os riscos na hora de vender. A confirmação cadastral pode facilmente identificar tentativas de fraudes, sinalizando situações suspeitas, como divergências de dados do cliente com as que constam de outras bases de dados confiáveis;

  • Consulte o perfil do seu cliente. Conhecer o consumidor é, sem dúvida, uma das maneiras mais eficientes de se evitar fraudes online. Quando a empresa é capaz de avaliar o histórico do usuário no mercado, status do seu CPF ou CNPJ, os seus hábitos e a existência de pendências em seu nome, por exemplo, fica muito mais fácil e seguro avaliar os riscos de uma operação.

Fonte: Canaltech

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