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França suspende 3.000 profissionais da saúde não vacinados contra covid-19

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Ministro francês da Saúde, Olivier Véran, em Paris, em 26 de agosto de 2021 (AFP/STEPHANE DE SAKUTIN)

Cerca de 3.000 suspensões foram aplicadas a trabalhadores de saúde não vacinados contra a covid-19 na França, após a entrada em vigor na quarta-feira (15) da obrigatoriedade de imunização para estes profissionais - anunciou o ministro da Saúde, Olivier Véran, nesta quinta (16).

"Ontem, cerca de 3.000 suspensões foram notificadas ao pessoal de centros de saúde" por não terem recebido pelo menos uma dose da vacina, disse Véran à rádio RTL, acrescentando que "também houve dezenas de demissões".

"Estamos falando de cerca de 2,7 milhões de funcionários", completou o ministro, destacando que a continuidade do atendimento de saúde está assegurada.

Segundo Véran, "um grande número destas suspensões é temporário" e diz respeito, "basicamente, ao pessoal dos serviços de apoio".

A obrigação de se vacinar contra a covid-19 entrou em vigor na quarta-feira para 2,7 milhões de profissionais de saúde na França que trabalham em hospitais e lares para idosos, além de cuidadores, ajudantes domésticos, bombeiros e assistentes de ambulâncias.

Segundo dados oficiais levantados pela agência pública de saúde até 12 de setembro, 89,3% dos cuidadores em centros de acolhimento de adultos dependentes haviam recebido pelo menos uma dose. Em relação à população em geral, este número corresponde a 73,9%.

Com o objetivo de acelerar o ritmo de vacinação, a nova norma estipula que o profissional de saúde que não informar se recebeu a primeira dose, se tem alguma contra-indicação para ser imunizado, ou se foi infectado recentemente, não poderá exercer seu ofício.

Desde o início da pandemia, a França acumula mais de 115.000 mortes por coronavírus.

dar/lum/shu/jlo/rsc/mis/tt

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