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França pede prudência a seus cidadãos por protestos em países muçulmanos

·1 minuto de leitura
Manifestação contra o presidente francês Emmanuel Macron em Istambul
Manifestação contra o presidente francês Emmanuel Macron em Istambul

A França pediu, nesta terça-feira (27), a seus cidadãos que sejam cautelosos e evitem as manifestações nos países muçulmanos contra a publicação de caricaturas do profeta Maomé.

Muçulmanos de todo o mundo reagiram com indignação diante da defesa do presidente Emmanuel Macron em divulgar caricaturas após o assassinato de um professor, decapitado em um ataque de um extremista islâmico por mostrar algumas dessas caricaturas em aula.

Dezenas de milhares de pessoas participaram nesta terça de um protesto contra a França em Bangladesh, enquanto na Síria manifestantes queimaram retratos de Macron e na Líbia bandeiras francesas foram incendiadas.

"É aconselhável evitar as áreas onde estão ocorrendo essas manifestações, manter-se longe das aglomerações e seguir as orientações da embaixada", informou o Ministério das Relações Exteriores francês em seu site. 

"Recomenda-se que fiquem muito atentos, especialmente quando viajarem, e em lugares frequentados por turistas e comunidades de expatriados". 

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, liderou a acusação contra Macron, apoiando as convocações do mundo islâmico para boicotear os produtos franceses. 

As representações do profeta Maomé são consideradas ofensivas por muitos muçulmanos, mas na França essas caricaturas se tornaram um sinônimo de liberdade de expressão e da tradição laica que remonta à Revolução. 

Após o assassinato do professor Samuel Paty, Macron prometeu que o país "não renunciará às caricaturas". 

dla-mlr-meb/mb/aa/mvv