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Fragilidade defensiva e desatenção atormentam o Vasco; Diniz precisa impor mudanças significativas

·3 minuto de leitura


Em um campeonato de pontos corridos, o equilíbrio e a regularidade são essenciais para o sucesso de uma equipe. Diante disso, para um time conquistar o acesso à Série A é preciso não cometer deslizes ou deixar pontos preciosos pelo caminho. Durante toda campanha, o Vasco tem cometido erros cruciais e necessita de mudanças significativas para a reta final.


Na virada do turno, Lisca não conseguiu fazer a equipe engrenar e pediu demissão. Já naquela época, a defesa apresentava falhas coletivas e individuais. Com a chegada de Diniz, o time mostrou um certa evolução, estando mais compacto e com a presença de Nene. O meia trouxe qualidade na bola parada, nos passes e mais experiência.

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Mesmo com essa pequena melhora, a fragilidade e a falta de atenção na defesa, assim como a falta de poder de fogo na frente voltaram a atormentar. O Cruz-Maltino abriu o placar, teve chance de ampliar, porém não conseguiu segurar os resultados dos últimos dois jogos. Os gols no fim diante de CRB e Cruzeiro mostraram os erros ainda são recorrentes.

- Pelo desempenho do time nos dois jogos eu não posso falar que estou frustrado, porque a equipe jogou pra vencer contra o CRB e o Cruzeiro. A gente conseguiu jogar com posse, dominando, quando precisou recuar a gente recuou e tivemos as melhores chances para fazer o segundo e o terceiro. Eles tiveram um lance no primeiro tempo, o gol e mais nada. Então a gente mereceu a vitória. Temos que continuar a acreditar, melhorar e vencer o próximo jogo - disse o treinador.

Nas últimas dez rodadas, o Vasco fez apenas 12 pontos, menos da metade do que estava em jogo (30). Uma campanha que deixa a equipe bem distante do G4, 10 pontos para o CRB. Na frente, Gabriel Pec perdeu a chance de sacramentar a vitória em Alagoas. No domingo, o time teve oportunidades, mas novamente voltou a perdê-las e o goleiro Fábio teve uma ótima atuação.

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Na era Lisca, os erros também aconteciam de maneira sistemática. Contra o Londrina, em São Januário, o time caminhava para uma vitória, quando viu a vantagem se ruir com duas falhas dos medalhistas olímpicos (Lucão e Ricardo Graça). No duelo com o Brasil de Pelotas, novamente a chance de ficar com os três pontos, mas Cano perdeu um pênalti, Vanderlei saiu jogando errado, e o Gigante da Colina voltou a se complicar.

Neste returno, apenas no jogo contra a Ponte Preta, o Vasco conseguiu fazer valer o fator casa e ampliar o marcador. Faltando treze rodadas, chegou o momento em que o time de São Januário não pode mais errar. Diniz sabe disso e revelou o que é necessário para fazer o time evoluir em todos os setores e iniciar a arrancada.

- A gente tem que atacar todas as frentes. Melhorar o time na parte física, técnica, tática, psicológica, é o que a gente tem feito. A matemática é fria, a tarefa é árdua, mas a gente tem que acreditar e trabalhar. Difícil explicar porque as coisas acontecem assim, estávamos com a vitória na mão contra CRB e Cruzeiro, mas escapou nos minutos finais nos dois jogos. Parte da solução é acreditar que estamos no caminho, temos que fortalecer mais, nos unir mais em torno desse objetivo comum. Depende da gente, eu percebo que os jogadores acreditam. Vamos ter que nos esforçar o máximo - pontuou Diniz.

O time tem que ser letal na frente para reencontrar a confiança. Na defesa, a atenção tem que ser redobrada e a marcação fortalecida. Diante do CRB, Bruno Gomes poderia ter chutado a bola para frente, mas resolveu protegê-la com o corpo e tentar receber a falta. No domingo, nova falha generalizada de uma defesa desorganizada, inclusive de Vanderlei, que poderia ter se projetado melhor na bola.

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