Mercado fechará em 6 h 44 min
  • BOVESPA

    109.951,49
    +2.121,77 (+1,97%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    53.125,01
    -210,50 (-0,39%)
     
  • PETROLEO CRU

    78,57
    +0,10 (+0,13%)
     
  • OURO

    1.893,80
    +3,10 (+0,16%)
     
  • BTC-USD

    22.700,81
    -479,05 (-2,07%)
     
  • CMC Crypto 200

    523,01
    -13,88 (-2,58%)
     
  • S&P500

    4.117,86
    -46,14 (-1,11%)
     
  • DOW JONES

    33.949,01
    -207,68 (-0,61%)
     
  • FTSE

    7.942,94
    +57,77 (+0,73%)
     
  • HANG SENG

    21.624,36
    +340,84 (+1,60%)
     
  • NIKKEI

    27.584,35
    -22,11 (-0,08%)
     
  • NASDAQ

    12.685,00
    +139,75 (+1,11%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5769
    +0,0095 (+0,17%)
     

Forte explosão solar foi registrada por observatório da NASA

Uma explosão solar intensa ocorreu na quinta-feira (5), sendo registrada pelo observatório Solar Dynamics, da NASA. Segundo a agência espacial, o pico do fenômeno em nosso astro aconteceu às 21h57, no horário de Brasília.

A explosão recebeu a classificação X1.2, ou seja, foi um fenômeno relativamente fraco na classe X, que inclui os mais intensos. O Solar Dynamics registrou o evento na luz ultravioleta extrema, destacando as altas temperaturas das emissões do Sol.

Confira abaixo:

Esta explosão solar emitiu plasma extremamente aquecido, que se manteve sobre a mancha solar AR3182 por cerca de uma hora. Esta mancha solar é também responsável pela ejeção de massa coronal ocorrida recentemente.

Como o nome indica, as explosões solares são emissões energéticas poderosas. Elas, junto das erupções solares, conseguem afetar sistemas de comunicação por rádio, infraestrutura elétrica, sinais de navegação e mais. Também podem colocar em risco astronautas e veículos espaciais.

Os raios X e luz ultravioleta extrema, liberados pelo fenômeno, levaram apenas alguns minutos para alcançar nosso planeta. Depois, a radiação ionizou a camada atmosférica superior da Terra, causando um breve blecaute de ondas de rádio no oceano Pacífico sul.

O fenômeno faz parte do aumento da atividade solar enquanto nosso astro segue rumo ao máximo solar, o momento de maior atividade em seu ciclo de 11 anos. No momento, o Sol está em seu 25º ciclo, e sua atividade deve continuar crescendo até 2025.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: