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Formas incomuns de metais são encontradas em cérebros de pacientes com Alzheimer

·2 minuto de leitura

No último dia 10, um novo estudo liderado por pesquisadores do Reino Unido, da Alemanha e dos EUA revelou evidências contendo tipos incomuns de cobre e ferro no cérebro de pacientes com Alzheimer. A presença desses metais pode ajudar a ressignificar o tratamento da doença neurodegenerativa.

Antes que você se questione, vale deixar claro que cobre e ferro, assim como outros minerais e metais, são encontrados naturalmente em organismos de pessoas saudáveis, incluindo o cérebro, e servem a vários propósitos. No entanto, é função do corpo equilibrar as quantidades de metais circulantes a fim de evitar danos ou desajustes na homeostase, e por isso muitas substâncias são expelidas através de excrementos, urina e suor.

No artigo em questão, os pesquisadores descobriram pequenas quantidades desses metais em um lugar bastante incomum (e prejudicial): a chamada placa amiloide — que, na verdade, serve como depósito de fragmentos de proteínas chamadas beta-amiloides, tóxicas para os neurônios e suas sinapses. Como parte da metodologia, foram feitas radiografias e coletadas amostras cerebrais de dois pacientes com Alzheimer que faleceram.

Alzheimer, uma desordem progressiva do cérebro

No Alzheimer, as células cerebrais definham, o que causa a perda gradativa de funções. A suspeita é de que esse acúmulo pode estar ligado ao declínio cognitivo causado pela doença. A superfície das partículas metálicas poderia ser altamente reativa durante as sinapses nervosas, levando as células cerebrais à disfunção, segundo sugerem os autores do estudo.

Pesquisadores acham cobre e ferros incomuns no cérebro de pessoas com alzheimer (Imagem: twenty20photos/envato)
Pesquisadores acham cobre e ferros incomuns no cérebro de pessoas com alzheimer (Imagem: twenty20photos/envato)

Os pesquisadores observaram a presença de nanopartículas de ambos os metais que não se oxidaram no núcleo da placa amiloide, ou seja: não perderam, nem ganharam elétrons — lembrando que a sinapse nervosa ocorre justamente por estímulos e impulsos elétricos. Esse é o primeiro caso de nanopartículas do tipo vistas em um tecido humano, e o estudo sugere que os metais encontrados podem explicar como o Alzheimer prejudica as células.

Apesar das pistas encontradas nas amostras, o grupo reconhece que ainda há muito trabalho para ser feito até que se chegue a uma resposta sobre que está por trás do mecanismo da doença.

Fonte: Canaltech

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